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segunda-feira, 1 de julho de 2013

COMBATIDA POR ENGANO


Há um mecanismo sábio que explica as gritantes diferenças do comportamento humano e seus tão variados estágios de entendimento ou vivência moral e intelectual, em raciocínio que também se aplica aos condicionamentos psicológicos e emocionais. Afinal não somos iguais, por força das experiências, gostos, tendências e bagagens.

O mais interessante é que o mesmo mecanismo traz embutido um alto sentido de justiça perante as conquistas, carências e diferenças individuais. Aliás, é seu principal critério, porque, essencialmente, é a única explicação racional para os extremos humanos.

Por outro lado, além do já citado critério, referido mecanismo ainda propicia a grande vantagem de oferecer a oportunidade de realizar depois o que não se consegue agora, além de nunca privilegiar esse ou aquele ou mesmo castigar ou premiar. Não! Em absoluto. E isto é realmente uma característica marcante: não há privilégios, não há castigos, não há prêmios, mas simplesmente consequências lógicas, decorrentes de posturas, opções e decisões.

O mais incrível, porém, é que são oportunidades incessantes que se renovam, não destroem laços de afeto, não prejudicam conquistas morais e intelectuais, e ainda traz a quebra de rotina, tirando-nos o foco das ideias fixas e abrindo perspectivas imensas de novas conquistas.

Paradoxalmente, porém, ainda é desconhecida e combatida, até por preconceito e falta mesmo de aprofundar em sua essência e conhecê-la em profundidade.

Estamos falando da pluralidade das existências, ou reencarnação, que, embora não inventada nem exclusividade ou privilégio do Espiritismo, é lei da vida. A Doutrina Espírita a tem em seus fundamentos, estuda-a continuamente e explica seus mecanismos com uma lógica impressionante.

Observe-se, com pesquisa, na história humana, e se verá que a ideia reencarnacionista já existe desde as civilizações antigas. Jesus falou nela claramente e atualmente as pesquisas científicas a indicam com clareza.

Vemos, pois, que ela é combatida por engano. Falta aprofundar as questões antes de emitir juízos ou julgamentos.

Convido, pois, o leitor, a aprofundar seus estudos, pesquisar mais. Não para se tornar espírita, mas verificar a lógica e coerência, justiça e grandeza da reencarnação, única teoria capaz de explicar as diferenças, a menos que aceitemos um Deus parcial que dê preferência para uns em detrimento de outros...

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