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terça-feira, 30 de julho de 2013

O ANJO SILENCIOSO:


Pelo Espírito Eurípedes Barsanulfo.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier em reunião pública em 11/01/1959 no Lar Espírita Bezerra de Menezes, na cidade de Uberaba - Minas Gerais.
Livro: Através do Tempo. Lição nº 43. Página 120.

No cimo da cruz, reconhecia o Senhor que, em verdade, no mundo, não havia lugar para Ele...
Sem asilo para nascer, fora constrangido a valer-se do ninho dos animais e, sem pouso para morrer, içavam-no ao lenho dos malfeitores.
Agora, porém, que se isolara mentalmente na gritaria em torno, espraiava-se-lhe a visão...
Fitava, em espírito, os grandes palácios da Terra, ocupados pelos poderosos que se vestiam de púrpura e ouro, cercados de mulheres escravas e servos infelizes, e notou que dominavam os quatro cantos do globo, prestigiando os verdugos do sangue humano e os falsos profetas que lhes entorpeciam as consciências...
Mas, entre os altos muros que os apartavam, viu também o Senhor os que viviam desajustados quanto Ele mesmo...
Assinalou os mártires da justiça, encarcerados nas prisões; as vítimas da calúnia, açoitadas em praça publica; os heróis da fraternidade, em postes de martírio; os lidadores do bem, cedidos em pasto às feras; os amigos da educação popular, sob o cutelo de carrascos inconscientes; os perseguidos, condenados a ferros em regiões inóspitas; as mães desamparadas, cujo pranto caía como orvalho de fel sobre a terra seca; os velhos sem esperança; os caravaneiros da nudez e da fome; os doentes sem leito e as crianças sem lar...
Entre os homens igualmente não havia lugar para eles.
Como outrora, à frente de Lázaro morto, Jesus chorou...
Chorou e suplicou a Deus a vinda de alguém que o representasse ao pé dos aflitos... alguém que lenisse chagas sem recompensa, que enxugasse lagrimas sem queixa e servisse sem perguntar...
E o Pai Misericordioso enviou-lhe toda uma coorte de anjos que o louvavam, felizes, transformando o madeiro numa apoteose de luz, com exceção de um deles que, ao invés de adorá-lo, procurou-lhe respeitoso, os lábios trementes, como quem lhe buscava as derradeiras ordenações.
Não percebeu a multidão desvairada o que se passou entre o Cristo agonizante e o mensageiro sublime; no entanto, de imediato, o nume celeste, sereno e compassivo, desceu do monte para os vales humanos, nos quais, desde então, até hoje, converte o ódio em amor, a expiação em ensinamento, a dor em alegria, o desespero em consolo e o gemido em oração...
Esse anjo silencioso é o Anjo da Caridade.
Por isso, toda vez que lhe ouvis a inspiração divina, abraçando os sofredores ou amparando os necessitados, ainda mesmo através da mais leve migalha de pão ou de entendimento, é a Jesus que o fazeis.

CARTÕES COM MENSAGEM DE SANTO AGOSTINHO:











“A morte não é nada. Apenas passei ao outro mundo. Eu sou eu. Tu és tu. O que fomos um para o outro ainda o somos. Dá-me o nome que sempre me deste. Fala-me como sempre me falaste. Não mudes o tom a um triste ou solene. Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos. Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo. Que o meu nome se pronuncie em casa como sempre se pronunciou. Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra. A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era. O cordão de união não se quebrou. Porque eu estaria fora de teus pensamentos, apenas porque estou fora de tua vista ? Não estou longe, Somente estou do outro lado do caminho. Já verás, tudo está bem. Redescobrirás o meu coração, e nele redescobrirás a ternura mais pura. Seca tuas lágrimas e se me amas, não chores mais.

domingo, 28 de julho de 2013

AOS MEUS IRMÃOS!!!




AOS MEUS IRMÃOS
Homens, meus irmãos, considerai a fração de tempo da vossa passagem pela Terra. Observai o exemplo das almas nobres que, em épocas diferentes, vos trouxeram a palavra do Céu na vossa ingrata linguagem; suas vidas estão cheias de sacrifícios e dedicações dolorosas. Não vos entregueis aos desvios que conduzem ao materialismo dissolvente. Olhando o vosso passado, que constitui o passado da própria Humanidade, uma cruciante amargura domina o vosso espírito: atrás de vós, a falência religiosa, ante os problemas da evolução, impele-vos à descrença e ao egoísmo; muitos se recolhem nas suas posições de mando e há uma sede generalizada de gozo material, com a perspectiva do nada, que a maioria das criaturas acredita encontrar no caminho silencioso da morte; mas eis que, substituindo as religiões que faliram, à falta de cultivadores fiéis, ouve-se a voz do Espírito da Verdade em todas as regiões da Terra. Os túmulos falam e os vossos bem - amados vos dizem das experiências adquiridas e das dores que passaram. Há um sublime conúbio do Céu com a Terra.

Vinde ao banquete espiritual onde a Verdade domina em toda a sua grandiosa excelsitude. Vinde sem desconfianças, sem receios, não como novos Tomés, mas como almas necessitadas de luz e de liberdade; não basta virdes com o espírito de criticismo, é preciso trazerdes um coração que saiba corresponder com sentimento elevado a um raciocínio superior.

Outros mundos vos esperam na imensidade, onde os sóis realizam os fenômenos de sua eterna trajetória. Dilatai vossa esperança, porque um dia chegará em que, na Terra, devereis abandonar o exílio onde chorais como seres desterrados. Que todos vós possais, no ocaso da existência, contemplar no céu da vossa consciência estrelas resplandecentes da paz que representará a vossa glorificação imortal.

Emmanuel (psicografia de Chico Xavier). Livro: Emmanuel.

LINDA SEMANA Á TODOS AMIGOS E APRECIADORES DO BLOG!!!

JESUS FALOU SOBRE A REENCARNAÇÃO?


















Jesus falou sobre a
reencarnação?


A resposta a essa questão dependerá daquilo em que a pessoa acredita, pois se ela é favorável à reencarnação dirá que sim, caso contrário, o não será a resposta que se ouvirá.

Mas aí surgirá um outro ponto: o que acreditavam na época não vale nada? Será que a nossa maneira de hoje ver as coisas é que vai ditar o que responderemos a esse quesito? Bom, os registros históricos não podem ser preteridos à conveniência de ninguém, muito menos serem subjugados ao dogmatismo dos interessados em manter esse estado de coisas.

Então, primeiramente, o que devemos buscar são esses registros. E para isso iremos recorrer ao historiador hebreu Flávio Josefo, que viveu de 37 a 103, ou seja, bem próximo aos acontecimentos relacionados à vida de Jesus. Disse ele, em Antiguidades Judaicas, que os fariseus acreditavam que alguém poderia voltar a viver num outro corpo. Por outro lado, os entendidos afirmam que também na Cabala, que contém a doutrina esotérica do judaísmo, poder-se-á encontrar a crença na reencarnação.

Uma coisa é fato, e não há como negar: a palavra reencarnação não se encontra na Bíblia, até mesmo porque ela só vem a aparecer num dicionário do ano de 1859; portanto, ela não existia em nenhuma das línguas usadas nos livros sagrados dos judeus e nem nos dos cristãos.

Mas, se não havia a palavra reencarnação, a ideia de que alguém poderia voltar num novo corpo será facilmente encontrada, desde que, obviamente, a pessoa não seja um fundamentalista apegado aos dogmas teológicos do passado, os quais sabemos que foram impostos a ferro e fogo, visando a interesses escusos das lideranças religiosas de antanho.

Embora essa ideia sobre reencarnar não fosse muito precisa, daí a enorme confusão que causava, ela pode ser vista em algumas passagens do Antigo Testamento como, por exemplo: “Somos de ontem e nada sabemos” (Jó 8,9), que nos leva a relacioná-la com a reencarnação, pois o esquecimento do passado é um princípio ligado a seu conceito.

Entretanto, há uma outra passagem que, vista pelas narrativas posteriores, virá evidenciar essa crença. O profeta Malaquias faz uma profecia a respeito da volta de Elias (Ml, 3,1.23-24). É certo que algumas pessoas buscam fugir dessa evidência dizendo que Elias não morreu, porquanto teria sido arrebatado ao céu. Tudo bem, quem quiser pode continuar com essa crença, mas isso invalidará as seguintes passagens?: “a carne e o sangue não podem herdar o reino dos céus” (1Cor, 15,50), “ninguém subiu ao céu a não ser aquele que desceu do céu: o Filho do Homem” (Jo, 3,13) e “O espírito é que dá a vida, a carne não serve para nada” (Jo, 6,63).

Jesus reconhece que João Batista é quem estaria cumprindo a mencionada profecia de Malaquias (Mt, 10,11), quando estabelece uma relação direta de Elias já ter vindo na pessoa de João Batista. É tão claro que fica difícil acreditar que hoje há pessoas que não veem isso.

Numa certa oportunidade, Jesus perguntou aos discípulos quem o povo dizia que Ele era. Eles responderam que as pessoas pensavam que Ele poderia ser alguns desses personagens: João Batista, Elias, Jeremias ou algum dos antigos profetas (Mt, 16,13-14). Vejamos um detalhe na narrativa de Lucas: “Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou: 'Quem dizem as multidões que eu sou?' Eles responderam: 'Alguns dizem que tu és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que tu és algum dos antigos profetas que ressuscitou'”. (Lc. 9,18-19). Atenção especial ao final da narrativa onde é usado o verbo ressuscitar, que, no caso, tem o sentido de reencarnar, pois, certamente, que, se não acreditassem que alguém poderia voltar novamente em outro corpo, não haveria sentido algum o que pensava o povo sobre quem poderia ser Jesus. Entretanto, como não entendiam bem dessas coisas, incluíram João Batista, mas, a bem da verdade, por terem sido contemporâneos, Jesus não poderia ser esse personagem reencarnado.

Há um passo onde poderemos ver também essa questão: “Desde os dias de João Batista até agora, o Reino do Céu sofre violência, e são os violentos que procuram tomá-lo. De fato, todos os Profetas e a Lei profetizaram até João. E se vocês o quiserem aceitar, João é Elias que devia vir. Quem tem ouvidos, ouça". (Mt. 11,12-15). Veja bem, caro leitor, se Jesus e João Batista viveram numa mesma época, não há sentido algum em se dizer “desde os dias de João até agora”, a não ser admitindo-se que ele já vivera antes, fato que, na sequência, Jesus confirma ao assegurar que João era Elias, o que significa dizer que, pela ordem, o primeiro foi a reencarnação do segundo.

As coisas ainda não lhes eram muito claras, por isso, subsistia a dúvida, conforme poderemos ver no episódio em que os Espíritos Moisés e Elias aparecem a Jesus, no monte Tabor (Mt, 17,1-9). Os discípulos, que o acompanhavam, ao verem Elias, ficaram, como se diz, “com a pulga atrás da orelha”, pois os doutores da Lei diziam, certamente apoiados nas Escrituras, que Elias devia voltar e, como o viram ali, pensaram: será que isso não acontecerá? Questionamento que levaram a Jesus. O Mestre, prontamente, lhes responde: “Elias vem para colocar tudo em ordem. Mas eu digo a vocês: Elias já veio, e eles não o reconheceram. Fizeram com ele tudo o que quiseram..."(Mt, 17,11-12). Resposta pela qual os discípulos “compreenderam que Jesus falava de João Batista” (Mt, 17,13). Por conseguinte, a reencarnação de Elias como João Batista é confirmada mais uma vez, porquanto, se assim não fosse, Jesus teria negado tal fato, pois, em várias ocasiões, demonstrou conhecer o pensamento íntimo das pessoas. Mas não podemos desconsiderar que Ele já havia dito isso de forma clara (Mt, 11,14).

E por falar em doutores da lei, um deles, chamado Nicodemos, foi ter com Jesus, do qual queria saber o que fazer para conquistar o reino dos céus (Jo, 3,1-9), cuja resposta foi: “É necessário nascer de novo”. Só que para fugirem de tão evidente afirmação sobre a reencarnação, os contrários apelam para um outro significado da palavra grega anóthen, que é “do alto”, levando isso à conta do batismo. Além dos judeus não praticarem esse ritual, a pergunta subsequente de Nicodemos não deixa dúvida de que o significado era mesmo “nascer de novo”: “Como pode um homem nascer, sendo já velho? Poderá entrar segunda vez no seio de sua mãe e nascer?”. Na sequência, Jesus, com outras palavras, reafirma o que dissera antes.

E uma última passagem podemos ainda analisar. Certa feita os discípulos, vendo um cego de nascença, perguntam a Jesus: “Quem foi que pecou para ele nascer cego, foi ele ou seus pais?” (Jo, 9,2). Nessa passagem as pessoas se concentram muito na resposta, esquecem-se da pergunta, que é o ponto principal do diálogo; isso porque não há como um cego de nascença pecar, a não ser em uma outra vida, o que demonstra que os discípulos acreditavam numa vida anterior e na lei do carma, o que, fatalmente, nos liga à reencarnação.

A resposta de Jesus “Não foi ele que pecou, nem seus pais, mas ele é cego para que nele se manifestem as obras de Deus” (Jo, 9,3) não nega a reencarnação, apenas afirma que, nesse caso específico, não houve pecado, uma vez que esse cego foi um missionário que veio para que as obras de Deus se manifestassem nele, ou seja, reencarnou com a missão de ajudar a Jesus a “abrir os olhos” dos que não eram cegos.

Certamente que também não conseguiremos “abrir os olhos” dos cegos que não querem ver na reencarnação a manifestação do amor e da justiça de Deus. São os que preferem ver o Criador como sendo um carrasco insensível, que manda os infratores da lei para o “quintos dos infernos”, ao invés de, numa atitude paternal, buscar reeducá-los ao bem, situação que O coloca em desvantagem com os próprios homens, suas criaturas, que fazem de tudo para recuperar os criminosos, visando reintegrá-los à sociedade.

A LUZ DO SORRISO DE ALICE...


A luz do sorriso de Alice

CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@hotmail.com
De Londrina-PR


A carinha feliz transmitia força para quem a olhasse. Deveras, o otimismo é um dos antídotos para todas as nuances do pessimismo e para a falta de fé.
Completaria oito anos na próxima semana, e já fazia três meses que estava em mais uma internação. Alice era uma garotinha bem bacana, dona de uns olhinhos brilhosos cheios de expectativas para um futuro harmonioso e com toda vida e alegria referentes à sua idade física e espiritual.
Escrevia num caderno rosa e de capa dura todos os seus desejos, mas não apenas os que gostaria de cumprir quando estivesse curada, como a maioria das pessoas; os seus desejos escritos, já os colocava em prática a cada amanhecer, quer estivesse em casa, na escola ou no hospital.
Ela os seguia à risca. Começava o dia com o mais lindo sorriso; agradecia ao Pai a oportunidade de poder estar aqui, de viver; era presença garantida para levar uma saudação às crianças mais frágeis na ala infantil; apreciava sempre o lado mais benéfico da situação; na verdade, era um anjo num corpinho de menina.
Os profissionais e até mesmo muitos pacientes que a conheciam diziam que ela era a “Alice no país da alegria” e, assim, com mais um sorriso, a garotinha os presenteava.
E os dias passavam; a sua luz mais intensa ficava. É como se fosse uma lógica matemática: se beneficia alguém, de algum modo será beneficiado. Quando se age com maior desprendimento, maior o retorno natural de tudo o que é criado. Por isso, é necessária a avaliação cotidiana do que se produz para o universo, pois, certamente, ele nos devolverá.
Mas Alice era anjo, o que mais transbordava em seu ser era a bondade, a leveza, o amor.
– Parabéns, Alice! – todos a cumprimentavam.
Imensa felicidade invadiu aquele ambiente. Chegara o seu aniversário. Com exatidão, nesse dia tão aguardado, veio o presente, enlaçado, com uma fita verde: a alta, por enquanto, para o seu tratamento, ou seja, Alice podia ir para casa.
Seu sorriso era permanente. Já com as malinhas prontas e mostrando a carequinha, a menina concluía mais uma etapa; não sabia se estava curada ou precisaria de mais cuidados, o que importava era valorizar cada dia vivido e quando se cria essa percepção, o hoje se transforma no mais belo presente de todos.
Até no mais amplo lugar escuro, a luz de uma fresta pequenina invade e se mantém viva. E Alice, no seu mundo, era luz para o despertar de muitos que, com ela, caminhavam.


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TAMBÉM OS AMORES DO OUTRO LADO...


Também os amores do outro lado

CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@hotmail.com
De Londrina-PR


“O espírito é eterno e infinito.”
Isso li, certo dia, num livro bem antigo, nem mais capa possuía.
Essa afirmação, dentro de nossas possibilidades, traz um inicial entendimento da grandeza dessa centelha.
Eterno significa para a vida toda, ou melhor, a vida de forma esplendorosa, magnânima, não só uma passagem, mas toda a constituição do que se viveu e do que se apreenderá.
Infinito quer dizer não ter fim, que há espaço incalculável para o sentimento do espírito. Tudo o que conquistou será parte dele.
As vivências existidas foram na companhia de muitos outros espíritos que hoje se encontram em lugares e, consequentemente, momentos distintos. Companheiros com tanta identificação que incontáveis deles acabaram por fazer parte de nossos corações. Não se pode tê-los todos conosco ao mesmo tempo, mas é extraordinário imaginar que tantos dos nossos amores estão em outro local, outra dimensão; eles existem.
Se com os da convivência atual há doação e preenchimento do bálsamo do amor e do aprendizado e, ainda, compreender que por tantos outros somos amados em vibrações mais rápidas, ou seja, elevadas, sem dúvida, mais um presente, por Deus, favorecido.
Eu os amo neste momento, os amei no passado e no futuro continuarei a amá-los.
Meu sentimento me guiará na vida; o que eu pensar transformarei em imagem imediata. Então, quero pensar também nos meus amigos de outro tempo, mas que perduram, eternamente, junto aos do presente, completando o meu coração.
O amor é o sentimento mais perfeito; com ele se renova, traz a cura e a força, pode-se alcançar seres e lugares inimagináveis, descortina-se os olhos dos negativos encantos e põe em atividade a sublimidade da vida.
Os amores de ontem, de hoje, de amanhã são a conquista do tempo em ação.
Se o espírito é eterno e infinito, então que ele cultive a natureza maior, absoluta para sentir, o quanto antes, o júbilo da existência com a certeza dos incontáveis amores também em outras esferas.
Mais uma página do livro antigo se abriu com o vento suave. Mais um ensinamento para o tempo presente sobre a eternidade e a sabedoria que a vida possui.




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SOMENTE UM BREVE ATÉ LOGO...


Somente um breve até logo

CÍNTHIA CORTEGOSO
cinthiacortegoso@hotmail.com
De Londrina-PR


(Este texto é dedicado, com todo carinho, a Fátima Maria Belarmino, companheira de estudo e de caminhada, que voltou para a dimensão real do espírito.
Esteja em paz, Fátima!)


Assim como a folha se soltou da árvore que a alojara até o último momento, também se vão as almas para voltarem a ser espíritos.
A folhinha nasceu do singelo broto, depois tomou forma, cresceu, cumpriu seu compromisso e, tão levemente e desprendida, se foi impulsionada pelo sopro suave do vento de inverno com ares de outono.
Não há registro de que uma mesma folha perdurara por tempo indefinido no mesmo lugar, na mesma árvore, com a mesma cor e tamanho. É preciso transformação, pois com ela se enriquece a natureza do ser, fortalece a qualidade, define o formato do que se é com a propriedade determinada.
Siga, folhinha! Avante, espírito! Busque o horizonte livre que lhe é devido. Volte-se à sua criação: eternidade. E naquele dia, o espírito voltou ao lar; digo lar, porque quando estamos fora imensa alegria é retornar a casa, à segurança da nossa real situação, pois para nossos entes próximos não há disfarce, eles nos conhecem, e nosso lar é o local onde tudo nos é familiar; nosso coração, simplesmente, é ele mesmo.
Agora a alma passou a ser novamente um espírito livre, com tudo o que lhe pertence, suas ações, seus sentimentos, suas conquistas e ainda os atos por aprender e por acertar; entretanto, sempre espírito, razão da felicidade maior.
Alguns companheiros, aqui, por enquanto precisam ainda sorver o ar; tudo possui o exato tempo. Com muitos outros se reencontrará na liberdade real da plenitude.
Busque a luz! Aceite ajuda! Seja feliz! Vai, espírito! Daqui o acompanharão cenários repletos de olhos conhecidos e amorosos em prece e lá, no reencontro, outros olhos radiantes, também em prece, o receberão.
A folhinha que naturalmente se desprendeu é vida em outro estágio, reintegrou-se ao meio e continuou essência vital.
A alma, que mais uma vez voltou a ser espírito, aos pouquinhos, se consolidará na base real, na espiritualidade. Seus objetivos, retomará; para seu crescimento, buscará ascensão.
Etapas necessárias para o aprimoramento e desenvolvimento do espírito. Mas o coração amoroso de quem fica, mesmo sabendo de tudo isso, sente e chora baixinho a ausência do abraço, do sorriso, do jeito de olhar... mas essa lágrima é só por enquanto, até o tempo do reencontro, de um breve até logo.
O vento soprou a folhinha e a alma reforçou, mais uma vez, que é espírito... espírito eterno criado por Deus.


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EXISTE UMA HORA CERTA PARA A MORTE?


Existe uma hora certa para a morte?

Uma leitora nos pergunta se existe uma hora certa para a morte das pessoas.
A lição, relativamente ao momento da morte das pessoas, foi-nos dada na questão 853 de "O Livro dos Espíritos", na qual lemos o seguinte: "Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte o é. Chegado esse momento, de uma forma ou doutra, a ele não podeis furtar-vos".
Note-se que os Espíritos não falam em "hora", mas sim em momento, como o instrutor espiritual Jerônimo explica no livro "Obreiros da Vida Eterna", de André Luiz, ao reportar-se à desencarnação de Dimas: “Há tempo de morrer, como há tempo de nascer. Dimas alcançara o período de renovação e, por isso, seria subtraído à forma grosseira, de modo a transformar-se para o novo aprendizado”. “Não fora determinado dia exato. Atingira-se o tempo próprio.”
A duração de uma existência corpórea, se fatos supervenientes não interferirem no seu processo, está relacionada com a programação reencarnatória do indivíduo, mas o instante da morte pode ser adiado em determinados casos, como mostrado na obra de André Luiz acima citada. E pode, de igual modo, ser antecipado, em face do estilo de vida e dos abusos que a pessoa adote no curso de sua existência corpórea. Os excessos na mesa e o uso de alcoólicos podem, como sabemos, determinar o retorno mais cedo do indivíduo à vida espiritual. Quem assim age comete o que alguns estudiosos chamam de suicídio involuntário.

A SOBREVIVÊNCIA DE NOSSAS CRIANÇAS:


Mensagem canalizada por Jennifer Hoffman
22 de Julho de 2013


Como mãe e pai, há algumas coisas que acho que seriam mais dolorosas do que a perda de um filho, e, no entanto, muitos pais hoje, estão experienciando isto. Filhos brilhantes, talentosos, amorosos, amáveis, estão declarando que a sua jornada acabou e estão decidindo se unir a nós de outro plano.

Por que isto tem que ser assim?

Eles não podem optar por ficar, em vez de quebrarem os corações dos seus pais e famílias?

Embora isto seja o que pensamos, há muitas outras razões para que isto esteja acontecendo, e acontecendo agora, e mesmo quando eles fazem a transição, a nossa conexão com eles continua.

Aqueles pais que têm filhos Índigos e Cristal têm fortes contratos de alma que prometem amor, apoio e orientação. Mas entrelaçada nestes contratos está a própria jornada Karmica dos filhos, independentemente da forma com que ela assuma.

Somos zeladores de nossos filhos, mas não temos controle sobre as suas jornadas Kármicas e as decisões que eles fazem para o próprio crescimento e cura da alma. Podemos ser o amor e o apoio que eles precisam, mas não podemos escolher a vida por eles e ditar o tipo de vida que eles irão viver.

O fim do Karma que está acontecendo agora é também o fim dos contratos de alma e isto é o que guia cada escolha que fazemos.

Embora eles sejam profundamente importantes, eles são um dos aspectos mais ocultos da jornada de nossa alma, em parte porque se estivéssemos conscientes de todos os termos dos contratos de nossa alma, as conexões que fazemos através deles e as experiências de vida que criamos por causa deles, provavelmente não encarnaríamos, não nos envolveríamos em relacionamentos, ou iríamos querer experienciar o nosso caminho de vida. Iríamos pensar que eles eram muito difíceis, cheios de muita dor e sofrimento e, ainda assim, até isto está em ordem divina.

Aqueles que decidem fazer a transição sabem que o seu caminho de vida está completo e embora eles possam ser jovens nos anos físicos, nos anos da alma eles completaram muitos ciclos e precisam avançar para outros espaços energéticos.

Muitos são mestres poderosos de compaixão e a sua morte cria experiências de abertura do coração para as suas famílias, comunidades e muitas vezes, para o mundo. Alguns experienciaram tudo o que eles precisam em uma existência e o seu caminho está completo.

Outros precisam trabalhar com a humanidade, fora do plano material, mas eles precisam estabelecer as conexões do coração aqui para permitir que isto aconteça. E alguns atravessam para se reconectar conosco, a partir deste espaço e nos ensinar sobre o “outro lado”. Se não estiverem familiarizados com Matthew Ward, que escreve os livros com a sua mãe, ele é um exemplo disto. Há muitos outros.

Damos a vida aos nossos filhos, mas não podemos fazê-los escolher a vida, em seus termos mais amplos, é uma jornada da alma que se revela continuamente, não do corpo. Aqueles com quem temos as conexões mais fortes nunca estão separados de nós, não importa em que dimensão eles existam.

E enquanto continuamos com a nossa promessa de acabar com o Karma com este ciclo da ascensão, encerrarmos os nossos ciclos Kármicos e permitirmos que os contratos de cura, de aprendizagem, de crescimento e transformação de nossa alma estejam concluídos, nós também teremos acesso a maiores conexões com todos os seres em todos os níveis de encarnação, vibração e presença energética.

Quando nos tornarmos mais multidimensionais, seremos capazes de nos conectarmos com todos, em toda parte, durante todo o tempo, com ou sem a presença física.

O que é importante é que reconheçamos e valorizemos o amor, a alegria e a conexão que temos com todos, a cada momento e que estejamos presentes nestas conexões. Esta conexão é o que nos sustem se tivermos que sobreviver às nossas crianças e, através da tristeza que esta situação traz, podemos talvez ser confortados pela lembrança de que o amor é eterno, está em toda parte e uma conexão que nunca pode ser rompida.

-.....---==II==----.....-

sábado, 27 de julho de 2013

VIDA E MORTE:

A teimosa insistência negativa dos conceitos humanos, em torno das legítimas realidades da vida, faz que se conserve o verbete "morte" como sendo a expressão capaz de traduzir o aniquilamento do ser, no estágio posterior ao da decomposição orgânica.

Em verdade, porém, a desencarnação de forma alguma pode ser conceituada como o fim da vida.

Do lado de cá pululam seres que se localizam felizes ou inditosos em regiões compatíveis com o seu estado mental, em que a vida se lhes manifesta conforme o que trazem da jornada fisiológica, na qual edificaram propósitos e realizações, fixando ideias, plasmando objetivos, que defrontam depois do traspasse orgânico.

A perda do envoltório carnal não os santificou, não os desgraçou, não os extinguiu. Situou-os na dimensão em que cada um preferiu, mantendo os hábitos de prazer ou de renúncia com que se agraciam, mediante as realizações contínuas que vitalizaram pelo pensamento.

Multiplicam-se, povoadas de dores, as paisagens de sombras e as províncias de angústias, como se sucedem os panoramas de bênçãos e os painéis de luz, sustentados pelos valores pessoais intransferíveis, que identificam os viandantes recém-chegados da Terra...

Há, todavia, se assim desejarmos, um estágio espiritual que pode ter sido, transitoriamente, como um estado de morte: é o da consciência obliterada para a verdade, anatematizada pelos remorsos infelizes e pelos arrependimentos tardios; o da razão vencida pela revolta contumaz e pela toxicidade do ódio demoradamente conservado; o da inteligência gasta na inutilidade e no comércio do prazer fugaz...

Para tais espíritos há um demorado estado de morte, porque a perda do roteiro interior atira-os num dédalo onde não defrontam a luz nem encontram a esperança, terminando por anestesiarem os centros do discernimento longamente.

E não é por outra razão, conforme se refere o Mestre, que Deus não é o Senhor dos mortos, mas, sim, dos vivos.

Libertemo-nos das vendas que impedem a visão espiritual e dos vapores dos vícios que anestesiam, a fim de que a consciência livre nos enseje vida e sempre vida abundante.

(De "Intercâmbio mediúnico", de Divaldo P. Franco, pelo Espírito João Cléofas)

sexta-feira, 26 de julho de 2013

E A VIDA CONTINUA, FILME COMPLETO:


BEM QUE NOS FALTA!!!!


Alma que choras na teia física, louva o tronco de sofrimento a que te encontras temporariamente agrilhoada na Terra! Abençoa os espinhos que te laceram. Abençoa o pranto que te lava os escaninhos do ser. Executa com paciência o trabalho que a vida te pede, porque, um dia, os companheiros amados que te precederam na vanguarda de luz estarão contigo, em preces de triunfo, a desatarem-te as últimas algemas, de modo a que lhes partilhes os cânticos de vitória, na grande libertação.

No estudo da perfeição, comecemos por vigiar a nós mesmos, corrigindo-nos em tudo aquilo que nos desa­grada nos semelhantes. Muitos pregam contra o desperdício dos administradores da causa pública e instalam-se, entre as paredes domésticas, como se devessem atravessar a existência numa carruagem de luxo, sobre lixo dourado. Outros criticam autoridades, apontando-as por verdugos do povo, e tiranizam, no lar, as mãos obscuras e generosas que lhes amassam o pão.

Vemos os que amaldiçoam a guerra entre os povos, e vivem, no aprisco familiar, com a truculência da fera solta. Há os que indicam a pena de morte para os irmãos que enlouqueceram na delinquência, e manejam, em casa, o punhal invisível da ingratidão. Muitos lideram primorosas campanhas de socorro à infância desprotegida, e enxotam, por vagabundo, o primeiro menino infortunado que lhes roga um vintém.

Outros guardam a enciclopédia na cabeça e jamais se lembram de estender o alfabeto ao companheiro atrelado à ignorância. Vemos os que cantam hosanas à virtude e encastelam-se no conforto individual, afirmando que a caridade é fábrica de preguiça. E há os que ensinam sabiamente, quanto à bondade e à simpatia, a se movimentarem, na senda particular, despedindo farpas magnéticas, entre melindres e aversões.

Nestes apontamentos humildes, a ninguém censuramos, de vez que, com evidentes exceções, até ontem éramos todos nós igualmente assim. Hoje, porém, com a Doutrina Espírita no comando da fé, sabemos todos que a lei do progresso confere a cada espírito a possibilidade de adquirir o bem que lhe falta, a fim de que a justiça estabeleça o merecimento de cada um, na pauta das próprias obras.

Conjuguemos, assim, conselho e ação, palavra e conduta, na mesma onda de serviço renovador, compreendendo, por fim, que o bem que nos falta nem sempre é o bem que ainda não desfrutamos, mas sim o bem dos outros que, em nosso próprio benefício, nos cabe fazer.

Justiça Divina - Emmanuel

quinta-feira, 25 de julho de 2013

VOCÊ E A SUA DOR!!!




MENSAGEM DE OSHO,
LUIZ SÉRGIO E ERICK IBELLI


VOCÊ E A SUA DOR !



Para todos os que estão tristes



"Bem rapidinho ! Só pra vc ficar um pouco melhor!"

( Erick Ibelli )





Muitos há iguais a você !


O dor chega e se instala e te deixa assim, como que paralisado...


As coisas da vida parecem ser intermináveis e quando a dor física ou moral está dilacerando demais, vem o desejo incontido do choro ou do grito, ou da entrega ao desânimo total.


Eu fui como você ! Estive aí e em muitos lugares onde as emoções imperam....


Sei que é simples para quem fala, pois para quem sente é um suplicio!


Qualquer acontecimento que já extrapole a capacidade humana de sofrer se torna insuportável !


Mas você já reparou que logo mais você se recompõe?


Você já observou que está mais difícil você ficar muito tempo no mesmo pensamento de tristeza ?


Ele parece muito grande e profundo, e realmente o é, mas você não consegue segurar esse sentimento muito tempo...


Isso porque a energia da Terra é realmente outra...


A dimensão nova da Terra está fazendo com que você não se dedique muito tempo mais a conubiar-se com a amargura.


Sei que muitos não vão se sentir dentro deste grupo dos que já conseguem transpor muitas barreiras emocionais e que se auto - superam...


Mas e se eu te disser agora, ei você !....você que está mal...


E se eu te disser agora que você também pode experimentar entrar neste diapasão de dispensar a dor moral, a tristeza e tudo mais...


....para você verificar que também consegue ?


Muitas vezes você deseja ficar triste e não quer perder de vista o padrão velho de sua alma.


O padrão mental e o padrão emocional...






Sendo assim seu corpo padece mais...já percebeu ?


O que você acha de tentar sair das situações de tristeza e de falta de fé em você mesmo ?


O que você acha de agora mesmo tentar ser mais do que tem sido ?


Mais alegre, mais otimista, mais útil, mais dedicado a algo ou a alguém ?


Mais esperançoso de que tudo está perto de mudar para você e para todos...


Mais gentil com as pessoas...


Mais amoroso com os 'velhos' da sua vida...


Mais amigo das crianças da sua vida....


Mais sorridente com seus vizinhos e com seus desafetos....


Mais tudo...


Mais qualquer coisa...


Mas tente !


Tente ser mais !


Tente !


Não custa nada !




Saia dessa fossa !


Vem ver quanta coisa boa tem pra ver aí ainda nesse seu mundo bonito...


Curta esse seu planeta pois tem tempo ainda aqui antes de você experimentar outras sensações de outros lugares....


Achar que só lá onde você quer ir é que vai ser bom é um desperdício da beleza dessa Terra...


Olha quanta gente legal...


Olha o sol ! Lindão !


Olha as estrelas na noite ! Romântico !!! Se ligue com seus parceiros lá do céu se você tá sozinho!


Aliás, você não tá sozinho ! Nunca ...em nenhum minutinho...


Olha para quem te ama....


Eu te amo, ele te ama e ele também...


E o maior amor ainda nos abraça a todos !


O grande Amor de Deus !


Vai lá ! Tem coisas piores !


Te veremos melhor amanhã, então !







Até !








Osho, Luiz Sérgio e Erick Ibelli








Mensagem ditada a Rosane Amantéa em 17 de novembro de 2010.





Obs: - " Que alegria ! Que comitiva linda !!!"





@Rosane Amantéa 2010

Esta mensagem pode ser compartilhada respeitando-se os direitos autorais citando o autor e o link.
http://rosane-avozdoraiorubi.blogspot.com/


Obrigada por incluir o nome do autor e o link do site quando repassar esta mensagem.

DESENCARNE E DIFÍCIL ACEITAÇÃO:





Desencarne e difícil aceitação - Perguntas dos amigos






"... Tenho muita dificuldade de aceitar o desencarne do meu marido aos ____ anos por um mal súbito. Eu fiquei viuva aos ____2 anos. Isso ocorreu a um ano e meio. Sinto muita saudades. E até hoje não consegui retomar minha vida. Ainda estou perdida. No próximo dia ___ ele completaria ____anos. No mundo espiritual se comemora o aniversario de nascimento? O que eu poderia fazer por ele nessa data? Sabe, as poucas vezes que sonhei com ele foram sonhos q pareciam reais, com sentido, acordava com a sensação de ter estado com ele. Isso pode ter acontecido? Mas ao mesmo tempo q é bom, é ruim pq aumenta a saudade. ......"



Prezada ___________, bom dia.

Querida irmã, nunca é fácil para os que permanecem na Terra aceitarem de pronto o retorno dos queridos ao mundo espiritual; entretanto devemos encarar este fato como um dos mais naturais em nosso mundo e não como uma perda, mas sim como uma viagem na qual em breve nos reencontraremos.

O espírito que se despede é, normalmente, como o prisioneiro que se liberta das grades e retorna ao lar. Nós, os que ficamos, sentiremos imensamente sua falta, mas não podemos pedir para que ele permaneça preso quando já cumpriu sua pena, compreende?

Muitos de nós ao completarmos a programação que nos trouxe de volta à Terra e concluirmos as responsabilidades agendadas para esta encarnação, somos chamados de volta ao mundo espiritual em idades pouco convencionais.

Esta idéia que os que assim retornaram à prátria espiritual foram levados precocemente vem de forma natural para nós, pois ainda egoistas e preocupados com nossos prórpios sentimentos, não desejamos sofrer o afastamento daqueles que amamos e, como ainda não compreendemos em sua totalidade a vida e as fases dela, achamos que estamos sendo lesados e nos magoamos, desejando ter de volta o que jã não pertence a este mundo.

É necessário a confiança na vida futura - no reino do Pai - e o conhecimento das leis espirituais para que possamos vislumbrar alguma luz no final deste tunel de escuridão e dor, pois esta confiança e conhecimento nos darão a certeza que, mais tarde, estaremos todos reunidos novamente em um local de paz e harmonia.

Os espíritos que deixam o físico, ao chegar no mundo espiritual, podem se encontrar de diversas maneiras - desde sofrimento até harmonia - e, o fato deste desencarne súbito é um indício - pelo menos para mim - que "deveria" ser assim.

Muitas vezes capturamos psiquicamente os pedidos de oração e auxílio dos espíritos desencarnados queridos que estão em sofrimento, e sonhamos com eles em momentos de dor, sofrimento ou angustia; Aos espíritos em melhor sintonia e com mais merecimento é dada a permissão para visitarem seus parentes encarnados - sejam visitas espirituais ou em sonhos agradáveis - e nestes aliviar um pouco a saudade que sentem um do outro.

Perceba, minha irmã, que a descrição dos sonhos que você coloca nos dá a idéia de um local harmonioso, um espírito equilibrado e com a permissão de vir confortar os que ama.

Então, querida irmã, acredito que seja este o momento de você aliviar seu coração e dar a ele a liberdade que ele necessita, aceitando aos poucos o processo de separação e que ele está vivo e bem; apenas em uma faixa de vibração diverente.

O melhor que pode fazer por ele, em todos os momentos, e orar em vibrações de amor e carinho, para que ele também sinta sua presença através destas energias fluídicas.

Perceba que vocês nunca perderão o contato um com o outro, porém que ele agora tem deveres e responsabilidades que poderão exigir atenção diferenciada e que nem sempre poderá estar em contato contigo. Ele, de sua parte, também deverá estar pronto para aceitar que você deverá continuar sua vida, de forma plena e alegre.

Busque alívio na oração e permita que os bons amigos espirtuais possam te auxiliar neste processo. envolva-se em uma casa de oração, busque trabalhar pelos que precisam de ti e, certamente a seu tempo, tua vida irá retomando o rumo natural, normalizando o seu processo de crescimento e amadurecimento espiritual, para, um dia, mais experientes e amadurecidos pela vida carnal e espiritual, vocês se reencontrarem como espíritos amigos em novas paragens.

Paz contigo.





em: http://www.bomespirito.com/2012/03/desencarne-e-dificil-aceitacao.html#ixzz2a5ZNhVlr

Obrigado pelo carinho e Paz Contigo

DESENCARNE DO PAI E DOR - PERGUNTAS DOS AMIGOS:


perdi meu pai a ____ meses e ____ dias...preciso saber noticias dele...estou muito inconformada
por favor..por favor..me ajudem








Prezada __________, bom dia.


Neste momento, minha irmã, o melhor a fazer é tentar acalmar seu espírito. Pois toda esta angústia e desespero fatalmente estão sendo transmitidos psiquicamente para o espírito de seu pai e, certamente, estão causando nele os mesmos sentimentos de angustia e dor que você está experimentando.


Perceba, minha irmã, que nossa mente é um gerador de energias e que estas energias são direcionadas pela força de nosso pensamento. Equivalendo afirmar que cada pensamento em desequilíbrio e sofrimento que você tem relacionado a seu pai está sendo transmitido imediatamente para ele; o qual como receptor absorve e acumula estas energias desequilibradas.


Este processo resulta sempre num maior desequilíbrio para o desencarnado, uma inquietude, angústia ou tristeza por perceber o sofrimento dos que ficam na terra e não poder fazer nada.


Por este motivo é importantíssimo que você equilibre seus sentimentos e não se deixe tomar pelo desespero ou desconsolo.


A saudade é normal e natural; entretanto tem que ser equilibrada pelo consolo e pelo carinho que sentimos pelo desencarnado.


Lembremos sempre que, se para nós que ficamos na terra, o desencarne é motivo de saudade e tristeza pela falta que faz o ente querido; para o desencarnado é a libertação de uma "jaula" de carne, permitindo que ele retorne à vida real e seja recebido e auxiliado pelos que lhe foram caros em outras épocas.


É a libertação do espírito cativo que alça novos vôos e que, por isso mesmo, não temos o direito de impedir sua liberdade ou felicidade com nossos desejos egoístas e pensamentos apenas em nós e no sofrimento que sentimos.


Devemos sim ter saudade e sentir falta; mas antes de tudo se alegrar pelo trabalho terminado e pela libertação daquele espírito que retorna ao lar.


A separação nunca é adeus; é até breve - o que muitos esquecemos.


E no auge de nosso desespero ainda movido por motivos egoístas esquecemos que se nos equilibrarmos e buscarmos auxílio na oração contrita e resignada, poderemos enviar os melhores fluidos de amor e carinho ao desencarnante e dele receber o mesmo.


Nossos queridos nunca se vão realmente; muitas vezes estão conosco e não os sentimos, pois não estamos equilibrados e em paz suficiente para sentir sua presença e seu amor.


Equilibre seu coração e acalme sua alma. Confie em Deus e deixe que os amigos espirituais te guiem no melhor para vocês.


PAz contigo.




Muito obrigada por ter respondido meu pedido de ajuda...
senti um paz muito grande em tudo q falou...realmente preciso me equilibrar emocionalmente...
preciso q meu pai sinta q estamos bem...
Será q qdo tiver tempo pode mandar msgs pra mim?...
o que me incomoda é estar sempre pensando q talvez meu pai queira falar comigo e nao consiga...tenho uma irma chamda ____...ela é uma criança especial...era muito apegada ao nosso pai...está sofrendo muito por isso e ve-la sofrer me faz sofrer tbem..ela tem uma sindrome e com isso tem um retardo mental..hje tem ___ anos mas é como se ela tivesse 7...meu pai con certeza tbem está pensando nela dmais...
o nome do meu pai é ______
...eu agradeço muito...
paz..a todos..
muuuuito obrigada mesmo




Prezada Amiga,


Perceba que acaso o seu pai esteja realmente em perturbação espiritual - seja pelos fluidos desequilibrados que estão sendo enviados a ele ou pela sua própria situação - ele somente poderá retornar ao convívio fraterno com vocês - seja por visita ou mensagem - quando estiver equilibrado. E este processo, dependendo do caso, pode levar algum tempo.


Tente conviver com a ausência dele como se estivesse em uma viagem, e que nesta viagem ele possa estar bem. Assim será mais fácil para que você controle seus sentimentos e envie emoções e orações harmoniosas para ele.


No caso de sua irmã pode se tratar da mesma forma. Acredito que o problema não seja exclusivamente o desencarne do seu pai ou a falta dele; mas como a família reagiu a esta falta e o quanto isto afetou a criança.


Tente mudar o foco da atenção dela, substituir a presença dele pela de alguém ou algo a que ela seja apegada.


Se puder é importante levá-la a aulas de evangelização infantil em alguma casa espírita na sua região - o que fará bem para você também assistir a palestras e estudos - de forma a que ela vá se familiarizando e aceitando a ideia da separação corpo e espírito, a ideia do desencarne e a certeza do reencontro breve.


Este processo de esclarecimento para ela, por parte dos evangelizadores que estão preparados para lidar com mentes infantis falando a linguagem deles e utilizando recursos especialmente preparados para crianças, será de grande utilidade e aproveitamento no processo de amparo e recuperação da pequena.


No mais, querida amiga, tenha confiança em Deus e na espiritualidade; e perceba que o universo não se curva ante nossos desejos e anseios. Mas segue seu curso tratando e atendendo cada caso no tempo certo para sua solução.


No momento a oração em busca do equilíbrio interior e da emissão de fluidos harmonizados para seu pai são os melhores procedimentos que você pode realizar.


PAz contigo.



Leia Mais em: http://www.bomespirito.com/2013/04/desencarne-do-pai-e-dor-perguntas-dos.html#ixzz2a5GLbkF6
Obrigado pelo carinho e Paz Contigo

MENSAGENS DOS AMIGOS ESPIRITUAIS:





Da noite profunda de nossas almas,
surge o brilho opaco de um desejo
sufocado pelo erro e pela dor.


Do profundo de nosso "eu"
temos a vontade fraca
de agir em nome do amor.


E tal qual a parábola do semeador
temos os nossos desejos e vontades
abatidos pelo crescimento dos espinhos
e pelos calos das pedras
que abrigamos em nosso coração.


Espíritas, meus irmãos,
mais do que palavras que entoemos
e de aparências exteriores,
se faz necessário
a verdadeira reforma em nosso interior.


De faz necessário que busquemos
na oração e na vigilância
as forças para vencer o mal
que nos arrasta e nos escraviza
aos sentimentos e sentidos mundanos.


Tenhamos a fé acesa
pelo fogo do trabalho verdadeiro
e o amor renovado
pela gratidão dos que fomos úteis.


Tenhamos o amor expandido
pelo trabalho bem feito
e a paz interior alimentada
pela consciência tranquila
de realizar o que o Cristo espera de nós.


Mas, ai de nós,
se o Senhor nos encontra ainda deitados
e inertes no marasmo,
na preguiça e na mentira.


Ai de nós,
se o Senhor encontra a vinha descuidada
e largada às traças, aos ratos e às baratas.


Nossa será a responsabilidade
por perdermos agora
tão grande oportunidade
de crescimento e amadurecimento.


Nossa será a dor por vermos o erro
e o quanto deixamos de agir pelo outro
quando nos era tão fácil.


Espíritas, meus irmãos,
tenhamos a vontade firme
de criar para nós
um futuro de paz alegria e amor,
através da sementeira
da caridade e do trabalho do Cristo.


Problemas materiais todos nós os temos;
problemas sentimentais temos também.
Entretanto nem todos tem a oportunidade
que estamos desperdiçando hoje.


Ajamos enquanto é tempo,
pois vem a noite
e não sabemos o que ela traz.


Eusébio.


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Nada é tão brilhante como a luz do amor.


Nada ofusca mais que o brilho da caridade.


Nada aparece bem como a sabedoria.


Nada traz mais paz que o trabalho bem feito.


Por isso, meus irmãos, sempre teremos irmãos,
encarnados e desencarnados, desejando:
nos tirar o amor,
apagar a caridade,
esquecer a sabedoria e
fazer parar de trabalhar.


Para que, como eles,
nós estejamos afastados dos ensinamentos de Jesus
e das práticas de Deus.


Devemos, então, lutar dentro de nós
para vencer o que nos arrasta
para o erro, o mal e o sofrimento.


E, nesta luta interior,
podemos sempre solicitar
auxílio e orientação,
força e proteção,
que nunca serão negadas a nós.


Entretanto, necessário se faz
que estejamos realmente empenhados
em nossa melhoria,
em vencer os maus arrastamentos,
em crescer espiritualmente.


Pois se assim não for,
toda força, auxílio, amparo e ajuda que obtivermos
terá sido em vão;
e teremos desperdiçado valiosa energia
que poderia ter sido direcionada
para outro irmão
também em necessidade.


Então, meus irmãos,
tenhamos a consciência de nossa responsabilidade
de espíritas e cristãos,
inclusive nos momentos
em que pedimos socorro.


Se não nos esforçamos por nós,
espíritos imperfeitos,
façamos o esforço, pelo menos,
pelos dedicados amigos espirituais
que nos amparam;
e assim estaremos praticando
a falada caridade,
iniciando-se em nós mesmos.


Não existe força irresistível,
nem erro que não possa ser corrigido.
O que existe, muitas vezes,
é a inatividade em nossos corações
e o comodismo em nossos sentidos e sensações.


Lutemos e vençamos o nosso pior inimigo:
nós mesmos.


Eusébio


(Mensagens recebidas psicograficamente)


quarta-feira, 24 de julho de 2013

A IMPORTÂNCIA DA VIDA, PALAVRAS DE UM FILHO PARA SUA MÃE, EMOCIONANTE!!!! VÍDEO





OBS: MEU AMADO FILHO MICHEL, ERA PILOTO DE HELICÓPTERO E DE AVIÃO, POR ISSO A HOMENAGEM QUE FAÇO COM A FOTO EM ANEXO, QUE  PERTENCIA Á ELE....

BEIJOS DE LUZ Á TODAS MÃES E PAIS IRMÃOS NA MESMA DOR....

ADRIANA CAVALHEIRO

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O REPOUSO ALÉM DA MORTE...




O REPOUSO ALÉM DA MORTE

Contei-lhe que, ao descansar, não tive a impressão de dormir, qual o fazia no corpo de carne. Permanecera sob curiosa posição psíquica, em que jornadeara longe, contemplando pessoas e paisagens diversas. Supunha, assim, não ter estado num sono propriamente dito.

Escutou-me atenciosamente, explicando-me, em seguida, que o repouso para os desencarnados varia ao infinito.

O Espírito demasiadamente ligado aos interesses humanos acusa a necessidade de amplo mergulho na inconsciência quase total, depois da morte. A ausência de motivos nobres, nos impulsos da individualidade, estabelece profunda incompreensão na alma liberta das teias fisiológicas, que se porta, ante a grandeza da espiritualidade superior, à maneira do selvagem recém-vindo da floresta perante uma assembléia de inteligências consagradas às realizações artísticas; quase nada entende do que vê e do que ouve, demonstrando a necessidade de compulsório regresso à tribo da qual se desligará vagarosamente para adaptar-se à civilização. Também os criminosos e os viciados de toda sorte, com o espírito encarnado nas grades das próprias obras escravizantes, não encontram prazer nas indagações espirituais de natureza elevada, reclamando a imersão nos fluídos pesados e gravitantes da luta expiatória, em que a dor sistemática vai trabalhando a alma, qual buril milagroso aprimorando a pedra. Para as entidades dessa expressão, impõe-se torpor quase absoluto, logo após o sepulcro, em vista da falta provisória de apelos enobrecedores na consciência iniciante ou delinquente. Finda a batalha terrena, entram em período de sono pacífico ou de pesadelo torturado, conforme a posição em que se situam; período esse que varia de acordo com o quadro geral de probabilidades de reerguimento moral ou de mais aflitiva queda que os interessados apresentam. Terminada essa etapa, que podemos nomear de hibernação da consciência, os desencarnados desse tipo são reconduzidos à carne ou recolhidos em educandários nos círculos inferiores, com aproveitamento de suas possibilidades em serviço nobre, não obstante de ordem primária.

Não ocorre o mesmo com o Espírito médio, portador de regular cultura filosófico-religioso e, sem compromissos escuros na experiência material; quanto maior o esforço das almas dessa espécie por atenderam aos desígnios divinos, no campo físico, mais vasta é a lucidez de que se fizeram dotadas nas esferas de além-túmulo.

Enquanto a mente das primeiras é requisitada ao fundo abismo das impressões humanas, ao qual se agarram à semelhança de ostras à própria concha, a mente das segundas busca elevar-se, tanto quanto lhes permitem as próprias forças e conhecimentos. O descanso, pois, além da morte, para as criaturas de condição mais elevada, deixa, assim, de ser imersão mental nas zonas obscuras do mundo para ser vôo de acesso aos domínios superiores da vida.

Finalizando a resposta, o Irmão Andrade, asseverou que certas individualidades, não obstante exaustas no supremo instante do transe final, libertam-se da matéria grosseira e colocam-se a caminho de esferas divinizadas, com absoluta lucidez e sem necessidade de qualquer repouso tonificante, qual o compreendemos, em vista do nível de sublimação espiritual que já atingiram.





pelo Espírito Irmão Jacob, Do Livro: Voltei, Médium: Francisco Cândido Xavier.

domingo, 21 de julho de 2013

FALE DO SEU ÍNTIMO COM AS PESSOAS CERTAS - SUPERANDO A DOR:


Não Grite Sua Dor Aos Quatro Ventos....





"Não grite sua dor aos quatro ventos, procure ajuda. Não exponha demais suas mazelas, respeite seu luto e o silêncio que vem junto. A vida é cíclica e tudo faz sentido, mesmo que demore muito. E não deixe nunca de confiar no seu poder de superação: é a maior dádiva que a Vida nos deu. A melhor fase ainda virá, acredite.

Fale do seu íntimo com as pessoas certas e não banalize sua “esquizofrenia”: ninguém precisa acordar e ir dormir com o mesmo humor. E se achar que está enlouquecendo, experimente a loucura, pode até ser divertido. O tédio do mundo está na falta de cor das pessoas aparentemente “normais”, mas ele também precisa delas para funcionar. Ninguém é tão feliz o tempo todo e a vida não é linear assim: cinismo é diferente de otimismo.

Seja alguém de verdade. E se deixe tocar pelas coisas que se comunicam com você lá dentro. Se não encontrar amparo do outro, dê-se. Não queira que sintam pena de você: não sentimos pena de quem admiramos. Reflita, reflita, agasalhe-se de bons pensamentos, funciona em algum momento."

Marla de Queiroz

sábado, 20 de julho de 2013

A HORA FINAL:



A HORA FINAL

Que se passa no momento da morte e como se desprende o Espírito da sua prisão material? Que impressões, que sensações o esperam nessa ocasião temerosa? É isso o que interessa a todos conhecer, porque todos cumprem essa jornada. A vida foge-nos a todo instante: nenhum de nós escapará à morte. Ora, o que todas as religiões e filosofias nos deixaram ignorar, os Espíritos, em multidão, no-lo vêm ensinar. Dizem-nos que as sensações que precedem e se seguem à morte são infinitamente variadas e dependentes sobretudo do caráter, dos méritos, da elevação moral do Espírito que abandona a Terra. A separação é quase sempre lenta, e o desprendimento da alma opera-se gradualmente. Começa, algumas vezes, muito tempo antes da morte, e só se completa quando ficam rotos os últimos laços fluídicos que unem o períspirito ao corpo. A impressão sentida pela alma revela-se penosa e prolongada quando esses laços são mais fortes e numerosos. Causa permanente da sensação e da vida, a alma experimenta todas as comoções, todos os despedaçamentos do corpo material. Dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso. O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres. Há, ao contrário, luta, agonia prolongada no Espírito preso à Terra, que só conheceu os gozos materiais e deixou de preparar-se para essa viagem. Entretanto, em todos os casos, a separação da alma do corpo é seguida de um tempo de perturbação, fugitivo para o Espírito justo e bom, que desde cedo despertou ante todos os esplendores da vida celeste; muito longo, a ponto de abranger anos inteiros, para as almas culpadas, impregnadas de fluidos grosseiros. Grande número destas últimas crê permanecer na vida corpórea, muito tempo mesmo depois da morte. Para estas, o períspirito é um segundo corpo carnal, submetido aos mesmos hábitos e, algumas vezes, às mesmas sensações físicas como durante a vida terrena. Outros Espíritos de ordem inferior se acham mergulhados em uma noite profunda, em um completo insulamento no seio das trevas. Sobre eles pesa a incerteza, o terror. Os criminosos são atormentados pela visão terrível e incessante das suas vítimas. A hora da separação é cruel para o Espírito que só acredita no nada. Agarra-se como desesperado a esta vida que lhe foge; no supremo momento insinuasse-lhe a dúvida; vê um mundo temível abrir-se para abismá-lo, e quer, então, retardar a queda. Daí, uma luta terrível entre a matéria, que se esvai, e a alma, que teima em reter o corpo miserável. Algumas vezes, ela fica presa até à decomposição completa, sentindo mesmo, segundo a expressão de um Espírito, “os vermes lhe corroerem as carnes”. Pacífica, resignada, alegre mesmo, é a morte do justo, a partida da alma que, tendo muito lutado e sofrido, deixa a Terra confiante no futuro. Para esta, a morte é a libertação, o fim das provas. Os laços enfraquecidos que a ligam à matéria destacam-se docemente; sua perturbação não passa de leve entorpecimento, algo semelhante ao sono. Deixando sua residência corpórea, o Espírito, purificado pela dor e pelo sofrimento, vê sua existência passada recuar, afastar-se pouco a pouco com seus amargores e ilusões; depois, dissipa-se como as brumas que a aurora encontra estendidas sobre o solo e que a claridade do dia faz desaparecer. O Espírito acha-se, então, como que suspenso entre duas sensações: a das coisas materiais que se apagam e a da vida nova que se lhe desenha à frente. Entrevê essa vida como através de um véu, cheia de encanto misterioso, temida e desejada ao mesmo tempo. Após, expande-se a luz, não mais a luz solar que nos é conhecida, porém uma luz espiritual, radiante, por toda parte disseminada. Pouco a pouco o inunda, penetra-o, e, com ela, um tanto de vigor, de remoça mento e de serenidade. O Espírito mergulha nesse banho reparador. Aí se despoja de suas incertezas e de seus temores. Depois, seu olhar destaca-se da Terra, dos seres lacrimosos que cercam seu leito mortuário, e dirige-se para as alturas. Divisa os céus imensos e outros seres amados, amigos de outrora, mais jovens, mais vivos, mais belos que vêm recebê-lo, guiá-lo no seio dos espaços. Com eles caminha e sobe às regiões etéreas que seu grau de depuração permite atingir. Cessa, então, sua perturbação, despertam faculdades novas, começa o seu destino feliz. A entrada em uma vida nova traz impressões tão variadas quanto o permite a posição moral dos Espíritos. Aqueles - e o número é grande - cujas existências se desenrolam indecisas, sem faltas graves nem méritos assinalados, acham-se, a princípio, mergulhados em um estado de torpor, em um acabrunhamento profundo; depois, um choque vem sacudir-lhes o ser. O Espírito sai, lentamente, de seu invólucro: como uma espada da bainha; recobra a liberdade, porém, hesitante, tímido, não se atreve a utilizá-la ainda, ficando cerceado pelo temor e pelo hábito aos laços em que viveu. Continua a sofrer e a chorar com os entes que o estimaram em vida. Assim corre o tempo, sem ele o medir; depois de muito, outros Espíritos auxiliam-no com seus conselhos, ajudando a dissipar sua perturbação, a libertá-lo das últimas cadeias terrestres e a elevá-lo para ambientes menos obscuros. Em geral, o desprendimento da alma é menos penoso depois de uma longa moléstia, pois o efeito desta é desligar pouco a pouco os laços carnais. As mortes súbitas, violentas, sobrevindo quando a vida orgânica está em sua plenitude, produzem sobre a alma um despedaçamento doloroso e lançam-na em prolongada perturbação. Os suicidas são vítimas de sensações horríveis. Experimentam, durante anos, as angústias do último momento e reconhecem, com espanto, que não trocaram seus sofrimentos terrestres senão por outros ainda mais vivazes. O conhecimento do futuro espiritual, o estudo das leis que presidem à desencarnação são de grande importância como preparativos à morte. Podem suavizar os nossos últimos momentos e proporcionar-nos fácil desprendimento, permitindo mais depressa nos reconhecermos no mundo novo que se nos desvenda.

 Léon Denis

SOBRE O SUICÍDIO:



Cada espírito é uma história.
Alguns suicidas sentem-se presos ao corpo de tal modo que, leva-os a ver e sentir os efeitos da decomposição; outros vão para as regiões umbralinas (região destinada a esgotamento deresíduos mentais); outros ainda, como conta no livro “Memórias de um suicida”, tornam-se presas de obsessores, que as vezes, também foram suicidas, entidades perversas e criminosas, que sentem prazer na prática de vilezas, e que continuam vivendo na Terra ao lado dos homens, contaminando a sociedade, os lares terrenos que não lhes oferecem resistências através da vigilância dos bons pensamentos e prudentes ações. Esses infelizes unem-se, geralmente, em locais pavorosos e sinistros da Terra, afinados com seus estados mentais como: florestas tenebrosas, catacumbas abandonadas dos cemitérios, cavernas solitárias de montanhas muitas vezes desconhecidas dos homens e até antros sombrios de rochedos marinhos e crateras de vulcões extintos. Eles aprisionam, torturam por todas as formas, desde maus tratos físicos e da obscenidade, até a criação da loucura para mentes já torturadas por sofrimentos que já lhes são pessoais, etc.

QUANTO TEMPO OS SUICIDAS FICAM PRESOS AO CORPO FÍSICO?
Não há previsão para o tempo que os suicidas ficam presos ao corpo vendo sua decomposição, vagando nas regiões umbralinas, prisioneiros de obsessores, etc. Isso varia de espírito para espírito. É o tempo que levam para harmonizar sua mente e entenderem o apoio que está sendo dado a ele. Pois, há grupos de socorro para os Espíritos que sofrem. No Vale dos Suicidas, por exemplo, o grupo de trabalhadores é chamado de: Legião dos Servos de Maria, pois o Vale é chefiado pelo grande Espírito de Maria de Nazaré.

TODO SUICIDA VAI PARA O VALE DOS SUICIDAS?
A médium Yvonne Pereira, em seu livro “Memórias de um Suicida”, fala do Vale dos Suicidas. Entretanto, há notícias de outros suicidas que não foram para o referido Vale. O próprio Camilo (personagem principal do livro) diz que não sabe como acontece os trabalhos de correção para suicidas nos demais núcleos ou colônias espirituais.

COMO REENCARNA UM SUICIDA?
Geralmente renascem com defeito ou deficiência no órgão afetado. E o resgate também não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, personagem do livro “Memórias de um suicida”, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem. Seria um teste para ele; Camilo, personagem principal do livro referido, tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.

É ERRADO MATAR-SE PARA ENCONTRAR COM O ENTE QUERIDO?
Além de ser errado adiará ainda mais o reencontro com este ente querido. No livro O Céu e o Inferno, de Allan Kardec, 2ª parte, capítulo V, há um relato de uma mãe que suicidou-se logo após a desencarnação de seu filho. Sua intenção era acompanha-lo. Mas não aconteceu o esperado.

É ERRADO MATAR-SE PARA SALVAR UMA VIDA?
Sacrificar sua vida para salvar outra, só sem intenção de morrer. Exemplo: bombeiro. Suicídio, nunca! Portanto, deixemos claro que, só Deus tem o direito de retirar a vida. Deus não castiga o suicida, é o próprio suicida quem se castiga, através de sua consciência pesada. O tribunal do suicida (e de todos nós) é a sua própria consciência. Se o ato do suicida é covarde ou corajoso, não podemos precisar, porque há casos de loucura, onde o suicida, por estar em estado de demência, não pode avaliar o crime que está cometendo. No caso de Getúlio Vargas, ex-presidente do Brasil, diz Emmanuel, que ele não foi considerado como suicida, uma vez que evitou uma guerra civil com sua morte. Como vemos, cada caso é um caso. Por isso, aprendamos a não julgar pela aparência. Pois, não sabemos se já fomos ou estamos sendo suicidas indiretos, ou seja, aquele que se mata devagarzinho, todos os dias através de vícios, excesso alimentar, sexo desregrado, etc. Nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS. Para nós cabe a caridade da prece à esses irmãos.

NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.
Fonte da Pesquisa: Grupo de Estudos Allan Kardec-Site

FELIZ DIA DO AMIGO AOS AMIGOS E APRECIADORES DO BLOG!!!!


A amizade é um amor que nunca morre.
A amizade é uma virtude que muitos sabem que existe,
alguns descobrem, mas poucos reconhecem.
A amizade quando é sincera o esquecimento é impossível
A confiança, tal como a arte, não deriva de termos resposta para tudo, mas,
de estarmos abertos a todas as perguntas.
A dor alimenta a coragem. Você não pode ser corajoso se só aconteceram
coisas maravilhosas com você.
A esperança é um empréstimo pedido à felicidade.
A felicidade não é um prêmio, e sim uma conseqüência,
a solidão não é um castigo, e sim um resultado.
A felicidade não está no fim da jornada, e sim em cada curva do caminho que
percorremos para encontrá-la.
A gente tropeça sempre nas pedras pequenas, porque as grandes a gente logo enxerga.
A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delicia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.
A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.
A inteligência é o farol que nos guia, mas é a vontade que nos faz caminhar.
A maior fraqueza de uma pessoa é trocar aquilo que ela mais deseja na vida, por aquilo que ele deseja no momento.
A persistência é o caminho do êxito.
A pior solidão é aquela que se sente na companhia de outros.
A SOLIDÃO É UMA GOTA NO OCEANO QUE SÓ OLHA PARA SI MESMA... UMA GOTA QUE NÃO SABE QUE É OCEANO...
Amigos são a outra parte do oceano que a gota procura...
A tua única obrigação durante toda a tua existência
é seres verdadeiro para contigo próprio.
A verdadeira amizade deixa marcas positivas que o tempo jamais poderá apagar.
A verdadeira amizade é aquela que não pede nada em troca, a não ser a própria amiga.
A verdadeira generosidade é fazer alguma coisa de bom por alguém
que nunca vai descobrir.
A verdadeira liberdade é poder tudo sobre si.
Algumas pessoas acham-se cultas porque comparam sua ignorância com as dos outros.
Amigo de verdade é aquele que transforma um pequeno momento em um grande instante.
Amigo é a luz que não deixa a vida escurecer.
Amigo é aquele que conhece todos os seus segredos e mesmo assim gosta de você!
Amigo é aquele que nos faz sentir melhor e sobre tudo nos faz sentir amados...
Amigo é aquele que, a cada vez, nos faz entrever
a meta e que percorre conosco um trecho do caminho
Amigos são como flores cada um tem o seu encanto por isso cultive-os.
Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom, vibram juntas...
Amizade, palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais... Deve ser guardada e conservada no coração!!!
As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem.
Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas,
dando-lhes sempre algum significado.
Diante de um obstáculo não cruzes os braços, pois o maior
homem do mundo morreu de braços abertos.
Elogie os amigos em público, critique em particular.
Errar é humano, perdoar é divino.
Evitar a felicidade com medo que ela acabe; é o melhor meio de ser infeliz.
Faça amizade com a bondade das pessoas, nunca com seus bens!
Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente.

Érico Veríssimo

MICHEL, MEU FILHO, MEU MELHOR AMIGO!!!


E existem aquelas pessoas, que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas, que passe o tempo que passar,serão sempre lembradas por algo que fizeram,falaram, mostraram ou nos fizeram sentir.É isso. As pessoas são lembradas pelos sentimentos ;que despertaram em nós, e quanto maior o sentimento,maior se torna a pessoa.


Caio Fernando Abreu

FILHO, DE TUDO O QUE TIVE NA VIDA, TER VOCÊ, CONVIVER CONTIGO E TER A SEGURANÇA DE SUA MÃO SEMPRE ESTENDIDA PRA MIM QUANDO PRECISEI FOI MEU MELHOR PRESENTE!!!
TE DEDICO HOJE Á TI O MELHOR DE MIM, MEU AMOR, MEU CORAÇÃO, Á TI MEU MELHOR AMIGO!!!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

APÓS A PERDA...


Perder um filho nos transforma em um milhão de maneiras diferentes. Alguns de nós ficam impacientes com os outros, constantemente reclamando sobre pequenas coisas sem sentido que realmente nos irrita. Outros questionam Deus e nossa fé se perguntam: Por que a nossa oração para curar a saúde do nosso filho não foi respondida ?. Muitos de nós não podem mais ver muita beleza na vida. Nossos filhos era o motivo que nos levantávamos de manhã. Outros ainda que foram tão impulsionadas por objetivos . Perder meu filho eliminou meu entusiasmo para a vida. Todas estas coisas são o resultado de um coração partido provocada pela morte de um filho. Algumas pessoas vão julgar, dizendo: "Você deve ser mais forte." Outros são muito teimosos vão dizer: "Aceite o que aconteceu, porque era o melhor."... mas o melhor amigo é aquele que não oferece conselhos, que não julga, mas apenas se senta conosco em nossa dor sem oferecer nada além de seu tempo e um abraço. Isso é o que um amigo verdadeiro faz - alguém que nos ama, mesmo no momento em que estamos quebrados, destruídos, tristes e sem vida...então você que perdeu um filho, procure abrigo em pessoas especiais assim, verdadeiras e com profunda vontade de te consolar...podem ser poucos mas garanto que valem a pena serem procurados.
Um levantando o outro ,dia após dia.
Sheila Prates

TODAS NÓS TEMOS O MESMO SENTIMENTO, A DOR DA SAUDADE:


Cissa Guimarães concedeu uma entrevista à coluna Direto da Fonte do jornal O Estado de S. Paulo desta segunda-feira (15). Aos 56 anos, a atriz carioca está em cartaz na capital paulista com a peça Doidas e Santas. Ela fala sobre a morte do filho caçula, Rafael Mascarenhas, que foi atropelado enquanto andava de skate no Túnel Acústico, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro.

"Detesto esse papo de superação. Realmente me irrita quando dizem que sou exemplo de superação. Primeiro, porque não sou exemplo. Segundo, não superei e nunca vou superar. Sou aleijada. Meu coração anda de bengala, nunca mais vai ser um coração normal. Nunca mais vou ser 100% feliz na minha vida, nunca mais vou ter uma felicidade plena. Mas tenho muletas, vou andar, vou ser 80% feliz, meu coração vai bater de muleta, mas vai bater. E vou fazer o possível para ele bater o mais forte possível....E COM A MINHA FÉ VOU SEGUINDO !


CARTÕES COM LINDAS MENSAGENS ESPÍRITAS:








A ARTE IOGUE DE SUPERAR A CONSCIÊNCIA MORTAL E A MORTE:


Yoga é a ciência pro meio do qual a alma adquire domínio sobre os instrumentos físicos e mentais, usando-os para atingir a Autorrealização, ou seja, o renascer da consciência de sua natureza imortal e transcendente, que é una com o Espírito. Como ser individualizado a alma desceu da universalidade do Espírito, identificando-se com as limitações do corpo e da consciência dos sentidos. O Bhagavad Gita diz. "O Espírito Supremo, transcendente e existente no corpo, é o Observador que Se coloca à distância, o Anuente, o Sustentador, o Experimentador, o Grande Senhor e, também, o Eu Supremo. (...) O Eu embora se localize em toda parte no corpo, é sempre imaculado." Em sua essência, a lama permanece intacta e imutável no confinamento físico. Mas por causa de maya ou ilusão, identifica-se subjetivamente com a mudança e a mortalidade, até que consciência evolua e, por meio da Autorrealização, desperte novamente em seu estado imortal.
A Yoga é uma ciência completa, que engloba a espiritualização de cada aspecto da tríplice natureza humana: corpo, mente e alma.
O iogue vê o organismo como uma grosseira condensação das forças espirituais sutis que estão sob o controle da alma.
Ele percebe que o corpo e a vida ou consciência dentro dele são entidades distintas e que o ser humano não é um corpo mortal, mas sim a transcendente consciência imortal.
O iogue aprende que os nervos aferentes e eferentes são os meios que a alma usa para se comunicar com a matéria e que, espiritualizando esta comunicação, a alma expressa seu divino potencial do corpo.
O iogue aprende que, pro meio da imaginação ou visualização da vontade e do pranayama(controle da energia vital), pode diminuir as luzes dos sentidos - visão, audição, tato, olfato e paladar - sempre que não quizer ser incomodado pelas mensagens sensoriais.
Ele tem pleno controle e pode entrar à vontade nos estados de vigília, de sonho, de sono profundo (isto é, o psicológico, o subconsciente e o supersubsconsciente) e no estado superconsciente.
O iogue domina a ardo do controle mental. Inibe a inquietude mental e a imaginação e evita a distração com as seguintes práticas:
a) passividade ou equanimidade mental sob todas as condições;
b) concentração positiva(manter a mente enfocada em um pensamento de cada vez);
c) concentração negativa (usar o discernimento e a vontade para eliminar pensamentos indesejados);
d) transferir a consciência do sentidos para a vontade ou ideias;
e) transferi a consciência das emoções, como o ódio ou o amor para o autocontrole, o pensamento criativo ou o sentimento puro;
f) manter o pensamento em uma sensação (visão, audição, olfato, paladar ou tato) de cada vez;
g) visualizar imagens mentais e criar e dissolver sonhos a vontade;
h) anestesia mental (receber sensações de dor como se fossem relatórios informativos, e não como experiências de sofrimento).
Os métodos fisiológicos empregados pelos iogues para alcançar o autodomínio incluem:
a) relaxar extrenamente e eliminar a inquietude física pro meio da disciplina dos ossos, dos nervos e dos músculos;
b) relaxar os órgãos involuntários, como o coração e os pulmões;
c) jejuar para limpar o corpo e torná-lo mais dependente de prana ou força vital, o verdadeiro sustendo da vida e da enrgia do corpo;
d) aprender a dormir e acordar quando quiser.

Quando o iogue consegue dominar os processos da vida, também pode dominar a morte.



Visitem: https://www.facebook.com/LuzCristicaTerapiasholisticas

quarta-feira, 17 de julho de 2013

UM NOVO RECOMEÇO



Um novo recomeço

(Antônio Carlos / Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, Lúmen Editorial, 2012)

"O que fazer quando a morte nos pega de surpresa? Nelson passou pela experiência e venceu!"




Prefiro relatos que priorizem a vida astral. Mas esse "Um novo recomeço" é bem interessante, embora grande parte da história se passe na Terra. Lá pelo meio do livro, Antônio Carlos revela o choque da desencarnação de Nelson e sua longa readaptação ao Astral.

Não vou citar um pedaço. É uma história real, adaptada pro formato romance.

O personagem mais interessante é um tal de André. André Luiz, cuja família era espírita, na última encarnação (daí o nome, rs). O cara é bem anárquico. Chegou a viver em colônias, lá em cima, mas preferiu voltar pra superfície terrena. Não gosta de trabalhar nem de estudar. Porém, ao seu jeito, vai ajudando as pessoas. Aprendeu a voar ("volitar", na linguagem espírita) e a atravessar paredes. Sabe controlar a temperatura do corpo astral e não sente o frio brabo que incomoda o recém-desencarnado Nelson. Conhece várias coisas da vida astral, quer pela experiência, quer pela lembrança de sua juventude terrena com os pais. Somente por esse André (o outro, rs), o livro já é altamente recomendável. Ele deixa uma visão mais clara das inúmeras possibilidades de vida pros desencarnados.

Outro ponto curioso é a visita que André e Nelson fazem a um auditório no Umbral. Disfarçados de "umbralinos", eles assistem a um show de variedades em que há juízes e apresentador, bem no estilo que tanto agrada ao povão encarnado. Nesse show, dá-se a palavra a pessoas que se sentem injustiçadas e clamam por vingança. Os juízes dão suas opiniões e pode ser que aceitem ajudar a vítima. Essa ajuda nunca é gratuita, claro. O socorrido fica devendo aos vingadores, tipo quem vende a alma pro Diabo. brrrr

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/livros/um-novo-recomeco-(antonio-carlos)/#ixzz2ZKtePmuB

O REPOUSO ALÉM DA MORTE...


O REPOUSO ALÉM DA MORTE


Contei-lhe que, ao descansar, não tive a impressão de dormir, qual o fazia no corpo de carne. Permanecera sob curiosa posição psíquica, em que jornadeara longe, contemplando pessoas e paisagens diversas. Supunha, assim, não ter estado num sono propriamente dito.

Escutou-me atenciosamente, explicando-me, em seguida, que o repouso para os desencarnados varia ao infinito.

O Espírito demasiadamente ligado aos interesses humanos acusa a necessidade de amplo mergulho na inconsciência quase total, depois da morte. A ausência de motivos nobres, nos impulsos da individualidade, estabelece profunda incompreensão na alma liberta das teias fisiológicas, que se porta, ante a grandeza da espiritualidade superior, à maneira do selvagem recém-vindo da floresta perante uma assembléia de inteligências consagradas às realizações artísticas; quase nada entende do que vê e do que ouve, demonstrando a necessidade de compulsório regresso à tribo da qual se desligará vagarosamente para adaptar-se à civilização. Também os criminosos e os viciados de toda sorte, com o espírito encarnado nas grades das próprias obras escravizantes, não encontram prazer nas indagações espirituais de natureza elevada, reclamando a imersão nos fluídos pesados e gravitantes da luta expiatória, em que a dor sistemática vai trabalhando a alma, qual buril milagroso aprimorando a pedra. Para as entidades dessa expressão, impõe-se torpor quase absoluto, logo após o sepulcro, em vista da falta provisória de apelos enobrecedores na consciência iniciante ou delinquente. Finda a batalha terrena, entram em período de sono pacífico ou de pesadelo torturado, conforme a posição em que se situam; período esse que varia de acordo com o quadro geral de probabilidades de reerguimento moral ou de mais aflitiva queda que os interessados apresentam. Terminada essa etapa, que podemos nomear de hibernação da consciência, os desencarnados desse tipo são reconduzidos à carne ou recolhidos em educandários nos círculos inferiores, com aproveitamento de suas possibilidades em serviço nobre, não obstante de ordem primária.

Não ocorre o mesmo com o Espírito médio, portador de regular cultura filosófico-religioso e, sem compromissos escuros na experiência material; quanto maior o esforço das almas dessa espécie por atenderam aos desígnios divinos, no campo físico, mais vasta é a lucidez de que se fizeram dotadas nas esferas de além-túmulo.

Enquanto a mente das primeiras é requisitada ao fundo abismo das impressões humanas, ao qual se agarram à semelhança de ostras à própria concha, a mente das segundas busca elevar-se, tanto quanto lhes permitem as próprias forças e conhecimentos. O descanso, pois, além da morte, para as criaturas de condição mais elevada, deixa, assim, de ser imersão mental nas zonas obscuras do mundo para ser vôo de acesso aos domínios superiores da vida.

Finalizando a resposta, o Irmão Andrade, asseverou que certas individualidades, não obstante exaustas no supremo instante do transe final, libertam-se da matéria grosseira e colocam-se a caminho de esferas divinizadas, com absoluta lucidez e sem necessidade de qualquer repouso tonificante, qual o compreendemos, em vista do nível de sublimação espiritual que já atingiram.





pelo Espírito Irmão Jacob, Do Livro: Voltei, Médium: Francisco Cândido Xavier.

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