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sábado, 2 de junho de 2012

AS PERDAS NA VIDA:

 

AS PERDAS NA VIDA 

Todos nós já perdemos algo na vida: alguns perdem a saúde, emprego, um animal de estimação... e, todos nós, infelizmente perdemos um ente querido. 
Perder faz parte da vida de qualquer ser humano e o sofrimento decorrente disso vai depender do grau de afeição que tínhamos por aquilo que perdemos. 

Não há duvida que a maior perda é a de um filho. É quase indescritível esta dor. Não tente imaginar. Só sabe disso quem já viveu esta terrível experiência. Desnecessário dizer que é antinatural um filho falecer antes dos pais, que ele representava o futuro, era uma parte dos pais... 
Há os que perdem os pais e com eles também se perde a nossa identidade, o alicerce... Há quem perde o marido, companheiro. E, quando a relação era boa resta o sentimento de solidão e a reconstrução do novo papel social. Perde-se o irmão, avós, tios, primos... 

Tudo isto faz parte da vida. Não há vida sem perdas. 
Também não há vida sem ganhos. Temos o péssimo vício de realçar as perdas em detrimento dos ganhos. Insistimos em lembrar das coisas tristes. 
Por que será que sofremos tanto? 

Buda dizia que um dos pilares que sustenta o sofrimento humano é o apego. É importante lembrar que o mundo físico não é permanente. Se aceitarmos a imperfeição, a transitoriedade e a interdependência entre tudo e todos no universo podemos evitar ou diminuir o sofrimento. 
Não é simples? Nada simples. 
Não há escolhas. A situação está posta e é com isso que temos que lidar. A responsabilidade de ter uma vida melhor vivida é nossa e precisamos buscar todos os recursos para que isto aconteça. 

Religião, trabalho, amigos, cursos, terapias, grupos de autoajuda e tantos outros são recursos que precisamos buscar quando vivemos uma situação de perda. 
Vá a luta! 

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