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quarta-feira, 27 de março de 2013

TENHAM SAUDADES, MAS DEIXEM-ME IR...


TENHAM SAUDADES, MAS DEIXEM-ME IR 

Quando eu chegar ao fim da estrada 
E o sol se tiver posto para mim 
Não quero ritos num quarto cheio e escuro. 
Porquê chorar por uma alma que atingiu seu fim?! 
Chorem um pouco, mas não muito 
E não deixem a vossa cabeça cair . 
Lembrem-se do amor que juntos partilhamos, 
Sintam saudades, mas deixem-me ir. 
Porque esta caminhada todos temos que a fazer, 
E cada um de nós terá sempre que ir só; 
Faz tudo parte do plano do Mestre, 
Um degrau no caminho para casa. 
Quando se sentirem sós e tristes, 
Vão procurar amigos que vos façam rir, 
Tenham saudades, mas deixem-me ir. 

Este poema foi enviado pela nossa amiga de Portugal, Lurdes Mendanha 

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