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segunda-feira, 2 de julho de 2012

QUANDO ELES PARTEM...

Quando seres queridos abandonam este plano da vida sentimos como se uma parte de nós próprios nos fosse arrancada.
A sensação de dor é inevitável e natural em uma circunstância como essa.
Afinal, por mais preparados que estejamos, em relação à morte, por mais que saibamos das verdades a respeito da sobrevivência dos Espíritos, a separação é sempre dolorosa.
Sabemos que, por um período inestimável, estaremos distantes fisicamente daqueles que se foram.
Sabemos que nossas vidas terão outras companhias, outras rotinas, distintas das que tínhamos até então.
Sabemos que teremos que prosseguir mesmo assim, apesar da saudade que, por vezes, nos maltratará.
É normal que soframos e que as lágrimas se façam nossas companheiras por um período maior ou menor.
O que não podemos fazer, no entanto, é nos entregar ao desespero ou à revolta.
Quando nada pudermos fazer para alterar uma realidade que nos infelicita, devemos encará-la com coragem e com o desejo sincero de merecer algo melhor.
Se nossos amores partiram, precedendo-nos no outro plano da vida, cabe-nos orar por eles e aguardar de modo confiante pelo reencontro futuro.
* * *
Se por um lado a saudade dilacera-nos a alma, fazendo-nos verter lágrimas sentidas, por outro aspecto representa uma prova inequívoca de que os que se foram continuam sendo importantes para nós.
Assim, abençoada seja a saudade que aproxima de nossos corações, pela lembrança constante, aqueles que amaremos para sempre, apesar do tempo e do espaço.
* * *

Filho o tempo passa, a saudade fica!
O dor vai e vem;
As lágrimas transbordam de nossos olhos, 
mesmo que não queiramos...
Por vezes me pego sorrindo...
Lembrando das suas risadas...
Do seu jeitinho... contando os dedos da mão...

Te amo para sempre meu filho amado, e esperarei com paciência, fé e resignação o dia do nosso reencontro...

Beijos infinitos, como as estrelas... para você!

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