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quarta-feira, 18 de maio de 2016

A MORTE É SÓ UMA MUDANÇA DE ESTADO, pois CONTINUAMOS sendo AS MESMAS PESSOAS !




. A MORTE É SÓ UMA MUDANÇA DE ESTADO, POIS CONTINUAMOS SENDO AS MESMAS PESSOAS.

É comum as pessoas mistificarem, cultivarem crenças equivocadas a respeito da morte. Muitos acreditam que morreu vira “santo”, vão direto para o céu, ou vão descansar eternamente em paz. Muitos acreditam ainda que morreu é o fim de tudo, perde-se a consciência, acaba-se tudo.

No entanto, após ter conduzido mais de 30.000 sessões de regressão de memória em TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e cura criado por mim em 2006, constatei nas experiências espirituais de meus pacientes nas sessões de regressão que muitos de seus parentes falecidos (pais, irmãos, tios, primos, avôs, bisavôs) aparecem sorridentes, alegres, felizes, sentindo muita saudade, porém, em paz, dizendo que estão muito bem no plano espiritual onde se encontram.

Mas há os que aparecem com a expressão sombria, tristes, amargurados, ou até mesmo em forma de vultos escuros, pedindo ajuda, ou mesmo achando que ainda estão vivos (encarnados), pois ainda não caiu a ficha que estão mortos, que não pertencem mais ao mundo dos vivos.

Apesar de agora viverem em outra dimensão extrafísica – embora não percebam – continuam sendo as mesmas pessoas, com qualidades e defeitos, porém, iludidos, pois não sabem que morreram.

O filme americano “O Sexto-Sentido” escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, com Bruce Willis e Haley Joel Osment, conta a estória de um psicólogo infantil (Bruce Willis) que tenta ajudar um menino médium (Haley Joel Osment) que diz que vê e conversa com os espíritos. Mas, na verdade, quem estava realmente precisando de ajuda era o psicólogo, pois ele não sabia que estava morto, e só veio a tomar consciência disso no final do filme.

Na minha prática clínica é muito comum um espírito desencarnado iludido, que não se conscientizou que está morto, aparecer ao paciente nas sessões de regressão.

Eu me recordo de uma paciente que veio ao meu consultório por conta de dois problemas: Síndrome da fadiga crônica (fadiga prolongada e debilitante cujos principais sintomas são: dores de cabeça e de garganta recorrentes, sono interrompido, dores nos músculos e nas juntas e distúrbios de memória) e Fotofobia (desconforto à luz). Essas doenças se manifestaram após a morte de seu pai (ela perdeu o pai num acidente aéreo da TAM ocorrido em 31/outubro/1996, logo após o avião ter decolado do aeroporto de Congonhas, em São Paulo).

Já na 1ª sessão de regressão, a paciente viu um vulto escuro no consultório e veio a reconhecer como sendo o seu pai falecido. Ao lhe indagar o que estava fazendo no consultório, ele lhe respondeu: – Estou aqui para te proteger, filha! ( seu pai quando

em vida era incrédulo, não acreditava na vida após a morte, achava que a morte era o fim de tudo, que morreu acabou tudo, ou se seja, perde-se a consciência, e era excessivamente apegado e superprotetor com ela, pois era sua filha única).

Ato contínuo, pedi à paciente que lhe perguntasse se ele sabia que estava morto.

Seu pai lhe respondeu: – Como morto se estou conversando com vocês?

Então, pedi-lhe que perguntasse ao seu pai falecido se ele sentia os pés apoiados aqui na sala do consultório.

Ela me respondeu: – Dr. Osvaldo, o meu pai diz que não sente os pés apoiados no chão porque ele não anda, simplesmente se desloca, paira no ar.

– Diga-lhe que ele está morto, somente os mortos desafiam a lei da gravidade, volitando no ar, pois não tem mais o corpo físico.

– Dr. Osvaldo, meu pai está nervoso, agitado, fala que o senhor está mentindo.

– Diga-lhe que infelizmente ele não pertence mais ao mundo dos vivos e sim dos mortos, que ele não pode mais ficar com você. Fale que sem ele saber está te prejudicando ao te acompanhar, pois suas doenças é ele que está provocando.

A Síndrome da fadiga crônica vem do fato de ele estar cansado, pois está nas trevas há um bom tempo, há 19 anos, e com isso, por estar sempre perto de você, ele lhe suga, vampiriza sua energia. Daí explica o porquê de você sentir fadiga crônica e a fotofobia é decorrente de ele estar nas trevas cuja região é escura, fria e de muito sofrimento; por isso, você se sente incomodada com a claridade.

Resumindo: os sintomas que você sente não são seus e, sim, de seu pai, pois é ele que sente tudo isso.

Após ter lhes esclarecido os danos que o pai falecido estava provocando na saúde de sua filha, obviamente, não de forma deliberada, ele desatou a chorar e aos prantos lhe pediu perdão, dizendo que não sabia que havia morrido naquele acidente aéreo, e que estava lhe prejudicando. Acabou aceitando a ajuda dos espíritos amparadores de luz que vieram lhe buscar e foi levado à luz após ter se despedido emocionado de sua filha. Na consulta seguinte, a paciente veio ao meu consultório sem o seu habitual óculo escuro, pois me disse que a claridade não mais a incomodava e estava bem disposta, não sentia mais aquela fadiga crônica que a deixava bem debilitada.

CASO CLÍNICO: PORQUE SOU MUITO ANSIOSA, PREOCUPADA E INSEGURA?

MULHER DE 50 ANOS, VIÚVA.

Paciente veio ao meu consultório querendo entender o porquê de sofrer de hiperidrose (suor excessivo mesmo quando a temperatura estava baixa ou quando estava descansada) nas mãos e pés, de ser excessivamente ansiosa, preocupada, insegura, medo de tomar decisões (era uma pessoa muito medrosa), sentimento de incapacidade, era muito desorganizada (não conseguia se organizar nas tarefas do cotidiano em sua casa e no trabalho). Sentia também muita saudade de seu falecido marido. Por último, queria saber qual era o seu verdadeiro propósito, missão de vida.

Após ter passado por quatro sessões de regressão, na 5ª e última sessão, ela me relatou: – Vejo muita morte nesse lugar onde estou.

– Que lugar? – pergunto-lhe.

– É muito escuro, mas tenho a impressão de ter muita gente morta nesse lugar, sinto cheiro de morte… Que coisa horrível! (fala chorando).

– Como essas pessoas morreram?

– A minha mentora espiritual me diz que foi na época do nazismo, na câmara de gás. (fala tossindo muito).

Em seguida, a paciente incorpora sua mentora espiritual: – Todas morreram sufocadas, foram mortas pelo gás, eram todas crianças. Ela (paciente) tinha cinco anos nessa vida passada. Eram crianças judias, que foram separadas de seus pais… Esse frio e suor excessivo que hoje ela sente nas mãos e pés são por causa desse tempo. Sua hiperidrose tem como origem o desespero que ela sentiu nessa existência passada.

O lugar era terrível! (sua mentora espiritual estava se referindo ao campo de concentração nazista), ela sentia muita angústia, sofrimento e dor. A forma como ela veio a morrer foi de muito sofrimento e dor, além de não saber onde estavam seus pais. Os corpos dessas crianças mortas ficaram muito tempo amontoados numa vala, num lugar úmido, frio e escuro. Estava muito frio, época de inverno, ela sentiu muita dor, fome, angústia e solidão antes de morrer. Depois de algum tempo, seus espíritos foram resgatados e levados à colônia espiritual (termo do espiritismo que designa um dos locais do plano espiritual de luz para onde vão as pessoas – espíritos – quando desencarnam) onde foram cuidados num educandário, estudaram bastante, depois tiveram a oportunidade de se reencontrarem com seus pais.

O sofrimento dessas crianças no campo de concentração nazista foi necessário para o aprendizado, isto é, para que pudessem nas encarnações futuras enfrentarem as dificuldades com suas famílias, em seus lares.

Essas crianças hoje estão encarnadas, cada uma em um lugar (país) diferente, cumprindo suas missões, e a paciente é uma delas. Ela tem a missão de levar conhecimento espiritual às pessoas, o amor verdadeiro, da alma, o amor que vem de Deus, que a humanidade ainda desconhece, pois é pouco sentido entre as pessoas.

É a missão dessa paciente, levar esse amor. Muitas pessoas irão cruzar em seu caminho, sedentos de amor. Não é o amor do humano, mas do nosso Pai, que irradia para todos os lugares, que cura as dores da alma. É o amor da entrega, do perdão, é o amor da fraternidade, da compaixão e da sabedoria. Somente esse amor é o verdadeiro amor. Um dia todos sentirão esse verdadeiro amor.

Saiba, minha querida, estaremos sempre ao seu lado para te auxiliar, não duvide daquilo que pensa e sente, precisa ter mais fé em Deus, confiar mais Nele.

Siga nesse caminho que você está que leva a paz e a sabedoria. Tudo à sua volta está sendo dirigido por Deus, todos os seres de luz a conduzem no seu propósito de vida.

Não tenha medo, não se sinta incapaz, insegura. Tudo vai dar certo. Sua trajetória será de muita alegria, muita paz… Dr. Osvaldo continue no seu propósito de vida, trabalhe firme nesse caminho que é do amor, do bem, da fraternidade.

Como seria bom se mais irmãos encarnados tivessem entendimento da espiritualidade! Aqui onde estamos, no plano de luz, dependemos de vocês.

Há muito trabalho para poucos trabalhadores aí na vida terrena, pois muitos dos encarnados duvidam, não acreditam no plano espiritual. Eles são bombardeados de coisas que os afastam da espiritualidade. Sabemos o quão difícil é o seu trabalho, sabemos também do assédio espiritual que você e, por tabela, sua família sofrem dos seres das trevas em função de seu trabalho, pois ele fere os interesses das falanges das trevas, que querem que a humanidade continue na erraticidade, no ódio, descrença, na ignorância dos desígnios de Deus.

As pessoas se colocam acima de Deus, por isso seu trabalho é alvo também de perseguições dessas pessoas, que colocam em dúvida a sua idoneidade e o seu trabalho, com injúrias, mas não tenha medo e não desanime. Seu trabalho é muito importante, continue, não desista!

O irmão parou para pensar quantos seres encarnados e desencarnados estão sendo libertos, conduzidos, levados à luz, através desse trabalho, do vosso trabalho com o auxílio da espiritualidade?

Todos os irmãos, os seres espirituais de luz que estão aqui em vosso consultório lhe agradecem imensamente, com profunda gratidão o vosso empenho, a vossa dedicação junto a essa terapia, a TRE. Seu consultório é um pronto – socorro de almas, você tem atingido com essa terapia lugares profundos do mundo extrafísico, tanto da luz quanto das trevas. Por isso, lhe somos gratos, que Deus ilumine o seu coração e a sua família!

Quero esclarecer que hoje a ansiedade excessiva dessa irmã (paciente) vem daquela vida onde morreu na câmara de gás, onde foi separada de seus pais. Sua mãe da vida atual é a mesma daquela existência do campo de concentração nazista e seu pai está hoje encarnado em outro lugar, num outro país, em outra missão. Mas suas almas se encontram sempre em desdobramento, onde à noite seus espíritos saem de seus corpos físicos quando dormem.

– De onde vem à sua insegurança e desorganização? – Pergunto à mentora espiritual da paciente.

– É devido também a algumas das encarnações passadas, onde seus maridos eram muito severos e ditadores. Ela era muito submissa a eles; então, ela acabou se fechando, mas essa dificuldade já está sendo trabalhada. Foi muito importante ela vir a essa terapia porque se conscientizou da causa de seus problemas, isto é, de onde vêm suas dificuldades. Os pacientes aqui vivenciam seus dramas; por isso, nessa terapia, a TRE, o paciente consegue se ver e se sentir. É um trabalho completo. Essas dificuldades que ainda ela sente estão sendo trabalhadas, ela irá aos poucos se libertando.

Mas daqui para frente, o progresso dela vai ser bem mais rápido, por isso, somos gratos por essa terapia que cura as dores da alma. Mesmo acabando o tratamento, a paciente continuará sendo tratada. O senhor, nessa terapia, permite que o paciente exponha suas feridas, ajuda a abri-las para serem tratadas e cicatrizadas.

Não é qualquer terapeuta que pode conduzir essa terapia, pois ele precisa tocar na alma, no espírito das pessoas. É, sem dúvida, uma terapia profunda da alma.

– Qual é a lição maior, o aprendizado principal dessa paciente?

– Ela tem que ser feliz com a família que escolheu, tem que continuar sorrindo, pois ela foi beneficiada de tantas coisas; portanto, ser feliz é o seu principal aprendizado.

Ela tem que enxergar a felicidade, ela escolheu sua família, que é totalmente abençoada. Seu marido falecido a agradece pelo pouco tempo que viveu com ela.

Ele sofreu muito por não estar preparado para o desencarne. Foi muito difícil sua recuperação aqui no plano de luz. Por isso, não deixamos que ela à noite, ao dormir, em desdobramento, estivesse com ele.

A grande dificuldade das pessoas é que não se preparam para o momento do desencarne. O desencarne quando você não tem conhecimento da espiritualidade é terrível. Hoje ele ajuda os irmãos desencarnados que estavam na mesma situação que ele. Mas com o seu auxílio, ele também está sendo auxiliado. Até hoje, ela (paciente) guarda as coisas dele. Diga a ela que não se apegue as coisas materiais, que é tempo de doar todas as coisas do marido. Ela tem que se desprender, soltar. Quando ele faz uma visita na casa dela, ele sente ainda muito apego da época que viviam juntos. Então, ela tem que se desprender, doar seus pertences. Sei que isso é muito difícil para ela, mas quando ela guarda os pertences do marido faz com que ele fique preso ao mundo material, e isso o prejudica, pois quando vai visitá-la ele sofre muito. Nós mudamos de plano, mas continuamos sendo as mesmas pessoas. O apego não é benéfico, e ela sabe disso, mas gostaríamos que o senhor reforçasse isso para ela. Ela também aprendeu bastante com ele, pois ele lhe passou muitas coisas importantes, mas um aprendeu com o outro.

Com relação ao dinheiro, família, trabalho, ela vai se encontrar. Ela é muito ansiosa, preocupa-se demais. Fale para ela não se preocupar com isso, que as coisas acontecem ao seu tempo, tudo ao seu tempo. Mais para frente se for necessário ela virá novamente a essa terapia. Já estamos encerrando essa terapia, que a paz do nosso Pai e do senhor Jesus Cristo estejam convosco.

No final do tratamento, a paciente estava se sentindo mais autoconfiante, mais segura e menos preocupada e ansiosa. Percebeu também que sua mediunidade estava mais aflorada e, com isso, estava podendo ajudar melhor as pessoas no centro espírita onde passou a trabalhar.

DR. OSVALDO SHIMODA

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