
Podemos, mas o médium Divaldo P. Franco explica no livro “Entrevistas e Lições” que, nem sempre nos convém receber mensagens do além. Muitas vezes, o intercâmbio pode produzir males a ambos: a quem ficou na Terra e àquele que desencarnou. Afinal de contas, o amor, quando é legítimo, não necessita de intercâmbio tão constante. Ideal seria que nós mantivéssemos viva a chama do amor e aguardássemos o tempo, sem maior inquietação. Quando for oportuno, Deus nos concederá a bênção do reencontro.
QUANTO TEMPO LEVA PARA QUE OS DESENCARNADOS POSSAM SE COMUNICAR?
Há comunicação que ocorre logo após o instante da desencarnação e outros não. No livro O Céu e o Inferno, Allan Kardec faz uma abordagem sobre a questão, narrando fatos sobre pessoas que se comunicam poucos minutos depois da morte. Temos também o exemplo de José Herculano Pires, que no momento que sofreu um enfarte, estava acontecendo um trabalho mediúnico em seu lar. A família que o socorreu não contou aos participantes para não atrapalhar o trabalho. No final foram lidas duas mensagens psicografadas, sendo uma delas a de Herculano dirigida a sua esposa. Os membros não acreditaram porque não sabiam de sua desencarnação. É um fenômeno raro, mas possível. Outras comunicações, no entanto, sucedem após meses, anos e até séculos. Tudo se encontra relacionado com o desprendimento, ou não, do Espírito que desencarnou, está ligado á sua evolução. Exemplo: quando chegamos a um país estrangeiro e não dominamos bem a língua temos dificuldades de nos comunicar; se não sabemos fazer uma ligação telefônica, não conseguiremos transmitir notícias. Da mesma forma, recém-chegados ao Além, em geral não dispõe, ainda, de meios para enviar mensagens. Embora tenhamos capacidade, falta-nos a possibilidade de fazê-lo. E a “morte” é uma cirurgia total. Há pessoas que despertam de uma intervenção singela com grave distúrbio emocional, desequilibrando-se, totalmente, sob efeito de determinados anestésicos. Outras voltam a si com serenidade e lucidez, após operação mais complexa. Outras sofrem com a cobrança de sua consciência nos umbrais. Além disso, não basta o desencarnado desejar transmitir a mensagem. É necessário, principalmente, encontrar um intermediário (médium) fiel, em condições de conduzi-la. Médiuns sérios atraem Espíritos sérios; médiuns levianos atraem Espíritos levianos. O médium que não se ajusta aos princípios morais pode ser vitimado pela ação do mundo espiritual inferior. Então, poderemos receber mensagens falsas, escritas por espíritos zombeteiros, brincalhões. As comunicações espontâneas são as mais belas, as mais convincentes.
MAS O QUE É UMA COMUNICAÇÃO ESPONTÂNEA?
São as reuniões públicas, onde as pessoas chegam a casa espírita, sentam, e não se falam. O médium chega, senta e espera “o telefone tocar de lá para cá” e atende, ou seja, psicografa. As evocações não são recomendadas pela Doutrina Espírita, porque são portas abertas para espíritos brincalhões, zombeteiros que se metem em tudo e a tudo respondem sem se importarem com a verdade. E quando termina a psicografia, o médium diz: FULANA DE TAL TEM AQUI UMA MENSAGEM DE BELTRANO. Ele nem sabe se a pessoa está presente. Aí se lê a mensagem. E as pessoas também lêem essas mensagens e verificam se os dados são verdadeiros. O grande exemplo foi o venerendo apóstolo Chico Xavier pela nobreza, pela limpidez, na maneira que era exercido. A pessoa perdia-se na multidão, sem nenhum contato prévio com ele. Antes do labor, ele atendia alguns necessitados que o buscavam para outros fins e anotava, às vezes, determinados tipos de pedidos, nunca, porém, propunha qualquer interrogação em torno de familiares desencarnados, como datas, nomes, ocorrências, como, infelizmente, vem sendo feito por alguns insensatos. Sou testemunha, porque eu o conheci por mais de 40 anos, e recebi de minha genitora uma mensagem através dele, dando-me dados que eu demorei mais de dois anos pesquisando em cartórios para poder confirmar sua veracidade.
O QUE DIZER DE MÉDIUNS QUE SE REVOLTAM A QUALQUER DESCONFIANÇA?
Este médium está desequilibrado e equivocado. Fácil presa de obsessores. Se é um médium espírita deveria saber que a escala espírita dos médiuns se
resume em MÉDIUNS RUINS E MÉDIUNS REGULARES. Não há MÉDIUNS PERFEITOS. E a recomendação é “MELHOR REPELIR DEZ VERDADES QUE ACEITAR UMA MENTIRA”. Os bons espíritos não se importam com a desconfiança, ao contrário dos vaidosos, dos mistificadores que temem que descubram a farsa.Então, devemos tomar cuidado. Até médiuns de grande respeitabilidade estão sujeitos a espíritos mistificadores. Por isso, a proposta do Espiritismo é que estudemos para que possamos entender um pouco mais sobre o assunto. DEIXANDO CLARO QUE A DOUTRINA ESPÍRITA NÃO É CONTRA, MAS PEDE CAUTELA. Sanson, no item 21, capítulo V, do O Evangelho Segundo o Espiritismo nos adverte em sua mensagem: “que os nossos mortos amados necessitam de nossos bons pensamentos, de nossas preces, mas não do nosso desespero que só serve para fazê-los sofrer. Estamos todos na Terra para uma breve experiência de vida material, mas a nossa vida verdadeira é a espiritual. Os que partem antes de nós concluíram sua tarefa e estão livres dos tormentos da vida terrena. Mas como nos amam, continuam ligados a nós pelo pensamento, pelo sentimento, pelo amor que nos dedicam.” Então, a proposta Espírita é Consoladora: “ELES VIVEM.” Precisamos compreender isso para não os perturbarmos na vida espiritual com o desespero do nosso amor egoísta. Agradeçamos pelo período que convivemos com eles, e nos preparemos para o reencontro.
GRUPO DE ESTUDO ALLAN KARDEC
O déjà-vu ou fenômeno do “já visto” é uma ocorrência extremamente interessante, e freqüentemente observável por pessoas sem qualquer vínculo religioso ligado à crença na reencarnação. Trata-se de uma sensação íntima, uma emoção aparentemente inexplicável que surge de uma forma completamente inesperada. Subitamente, uma circunstância qualquer desencadeia algum mecanismo psicológico ou anímico onde a pessoa tem a sensação muito expressiva de que aquilo que observa já conhece ou já vivenciou de uma maneira que não consegue compreender, mas que a emociona sobremaneira.
Algumas ocorrências de déjà-vu se dão quando uma pessoa ao ser apresentada a outra leva um verdadeiro choque e se pergunta: “Onde já a vi? Tenho a nítida sensação de que a conheço.” Posteriormente, fica patente que não houve possibilidade de qualquer contato prévio (nesta vida). No entanto, a emoção permanece muito forte. Evidentemente, não estamos referindo aqui a atração física, que pode coexistir no processo, ou não, mas simplesmente a identificação e familiaridade intensamente sentidas.
Excluindo-se alguns arroubos ou precipitações de julgamento, certos casos de amor ou antipatia a primeira vista têm correlação com o fenômeno do déjà-vu.
Há alguns paranormais que ao reverem certas pessoas, embora em termos desta vida estariam tendo o primeiro contato, recebem um impacto energético tão forte que determina uma ressonância magnética em seus arquivos espirituais, aflorando-lhes reminiscências pretéritas com grande nitidez. Passam a desfilar, em sua mente, quadros, locais e situações conflitantes ou afetivas de um passado longínquo, vivido em comum por aquele que agora vê (revê) pela aparente primeira vez.
Abre-se um canal anímico que permite a drenagem de núcleos energéticos adormecidos pelo esquecimento das vidas anteriores.
O fenômeno de déjà-vu ocorre também relacionado com locais, além de pessoas. A aura energética não é propriedade apenas dos seres humanos, mas, embora não irradiem como foco produtor de emoções, os objetos, residências e cidades têm sua própria “egrégora ”(campo energético que irradia uma vibração), pela imantação energética dos pensamentos dos homens que se relacionaram com aquele ambiente .
A lei de sintonia sempre se verifica ao identificarmos as vibrações que foram muito representativas, em termos de experiência pessoal anterior.
São muito impressionantes os fenômenos de déjà-vu que se verificam por ocasiões de viagens ao exterior, quando o turista de forma repentina e emocionante passa a identificar, em detalhes, um local como fosse de seu conhecimento prévio, naturalmente, sem nunca ter estado no referido local e especialmente quando nunca ouviu falar da existência do mesmo.
Sabemos que, para os adversários da reencarnação outras explicações são utilizadas. Como se não bastasse o inconsciente ser considerado tal qual um saco sem fundo, que, como faz “Papai Noel”, tira de lá qualquer presente desejado pela criança, o inconsciente coletivo seria uma forma de contato entre todos os seres humanos e locais, de tal forma que, pelo mágico intercâmbio universal, uma pessoa poderia sintonizar com qualquer faixa do inconsciente coletivo e receber qualquer tipo de impressão passada ou presente da humanidade...
Parece anedota, mas é real, quando uma criança européia passou a falar chinês arcaico e recordar-se de uma vida pretérita, foi considerada uma explicação o fato de sua mãe, durante a gestação, ter vivido próximo a uma lavanderia chinesa e provavelmente ter captado pelo seu inconsciente coletivo todo aquele conhecimento da língua asiática...
Embora não tenha valor científico algum o que pude observar, não vou conseguir resistir à tentação de narrar uma experiência pessoal vivida pela minha esposa Helena, em junho de 1988.
De Florianópolis, sul do Brasil, sonhávamos em conhecer a Europa que sempre nos atraiu misteriosamente. Eu elegi a Inglaterra como local que desejava visitar. Desde criança um misto de admiração e nostalgia me ligava à Grã-Bretanha bem como aos países nórdicos . Minha esposa expressou desejo de conhecer a Áustria, talvez embalada pelos sons poéticos das valsas vienenses ou mesmo pela ascendência germânica de que era portadora.
Fizemos um roteiro de trinta dias, que optamos por percorrer sozinhos. Ao chegar à Ilha Britânica, após termos passado por outros países, fomos nos apaixonando pela natureza dos campos, a beleza das flores e a arquitetura típica. Quando mais mergulhávamos na profundidade do Interior, mas nos encantávamos. Ao entrarmos em território escocês, as surpresas foram se sucedendo cada vez mais intensamente.
Ao almoçarmos em um vilarejo, Helena teve a primeira forte emoção ao ver as colheres utilizadas no local. Eram mais estreitas que as nossas, no Brasil, e mais côncavas, bem mais profundas mesmo. Emocionada comentou:
-- Ricardo, você se recorda daquela colher defeituosa que eu tenho guardada há mais de 20 anos?
Como todo marido distraído, disfarcei e disse algo como:
-- Sim!?
-- É uma mais comprida e funda que sempre adorava, não sabia por quê. Agora eu sei! Já tive uma assim antes. Veja! É semelhante a estas que usam aqui.
Durante nossa passagem pela região foram ocorrendo diversos fenômenos desse tipo na Grã-Bretanha, mas em especial na Escócia. Os vestidos de padrão floral, muito usados na região, que sempre foram de sua preferência, as cestas de vime para as compras muito utilizadas pelas senhoras, as louças típicas, e assim por diante.
O clímax ocorreria em Perth, cidade que ela jamais tinha ouvido falar até aquele dia. À medida que nos avizinhávamos do Palácio de Scone, ela se mostrava mais emocionada com tudo ao redor. Colocou seus óculos escuros para disfarçar as lágrimas quentes que rolavam pelas faces contraídas pela emoção. Apertava as minhas mãos e dizia baixinho:
-- Ricardo, eu sinto que conheço, mesmo, este lugar!
-- Você está emocionada. Vamos vê-lo mais detalhadamente.
-- Preciso correr por estes campos!
E com seus 38 anos, parecia uma criança feliz ao sair em desabalada carreira pelos bosques que rodeavam o castelo. Voltou depois com o rosto vermelho e os olhos brilhando, como há tempo não a via.
No interior do Palácio de Scone, que mais parecia um castelo, as emoções foram gradativa e significativamente mais intensas: as louças do século XVIII, que lhe pareciam familiares tanto nas cores como nos modelos e sobretudo os quadros nas paredes, dois dos quais a fizeram novamente chorar, acometida outra vez de grande emoção. Tomada de profunda emoção, afirmava que dois quadros não eram originais e que deviam ter sido trocados. Fato que confirmamos posteriormente.
Embora como estudioso da reencarnação fosse para mim uma vivência muito interessante, procurava não induzi-la a conclusões. Comentei:
-- Todas as pessoas que se interessam pelo estudo da reencarnação gostariam de ser no mínimo princesas nas vidas pretéritas... Portanto, é preciso que tenhamos cautela com conclusões precoces.
-- Posso ter sido a mais simples serviçal aqui, disse-me Helena, mas sem dúvida este lugar eu já conheço! Acredito que mais do que uma visita, um contato mais íntimo e freqüente com o Palácio de Scone deva ter sido em outra vida.
Posteriormente, por via mediúnica, bem como por outros recursos, tivemos referências sobre encarnações nossas na Grã-Bretanha, em épocas diversas cujos detalhes não estamos autorizados a escrever, em função até da ausência de provas aceitáveis. Para Helena, no entanto, a experiência marcou-a profundamente.
Ricardo Di Bernardi
Certa feita, no decorrer do mês de outubro do ano de 1996, cujo dia não mais recordamos, juntamente com o nosso querido tio Urbano, no santuário da casa de Chico Xavier, depois de diversos assuntos, eis que surge, não se sabe de quem, na "sala de luz", reunidos em pouco mais de oito pessoas, alguém que disse:
- Chico, o que você tem para nos dizer sobre a terapia das vidas passadas?
Chico, como sempre faz, calou-se em seu peculiar mutismo filosófico,elevou os olhos ao alto, parecendo-nos ouvir Emmanuel ou outro benfeitor, para dizer:
- Não é boa coisa. Vocês não devem permitir que isso seja feito.
Silenciou-se para voltar ao assunto, desta feita com mais determinação, como se o tema não lhe agradasse, dizendo enfaticamente:
- Nosso Pai colocou um véu no passado, não foi por acaso. O esquecimento do passado é uma necessidade para nós que ainda estamos estagiados no corpo físico.
Disse mais:
- Urbano e Dirceu, isso não deve ser feito. Hoje nós estamos em outra faixa vibratória e ao promovermos a regressão até as vidas passadas corremos o risco de nos encontrarmos numa cena de muito sangue, frente a frente com o nosso inimigo que, além de não nos ter perdoado, procura-nos, e em razão da regressão ficamos na mesma faixa dele e podemos colocar em risco nossa viagem na terra, via de doloroso processo obsessivo.
E conclui:
- É! A regressão não é coisa boa, nosso Pai quer o esquecimento de nosso passado.
"Grande Passado
O nosso grande passado
Ninguém pesquisa, a contento,
Por isso Deus nos concede
O amparo do esquecimento."
"Pesquisas sobre o Passado
Não vale a preocupação
Com pesquisas do passado,
O passado volta sempre
Ao que tenhamos errado."
(Cornélio Pires) - págs. 19 e 28
Do Livro: Chico Xavier - Fonte de Luz e Bênçãos
Autores: Urbano T. Vieira e Dirceu Abdala

No louvor que te ofertamos,
Pelas bênçãos que nos dás,
Em forma de luz e paz,
Esperança, fé e amor,
Cantamos nós igualmente:
- Jesus, por todas as crises Das horas menos felizes,
Louvado sejas, Senhor!...
Pelos instantes de angustia
Que a tristeza nos descerra,
Quando encontramos na Terra
Tribulações a transpor,
Pela ferida que sangra,
Quando a dor nos toma o peito,
Por qualquer sonho desfeito,
Louvado sejas, Senhor!...
Pelas fadigas da luta,
Que travamos dentro em nós,
Quando nos vemos a sós,
Varando sombra e amargor,
Pelos calvários da vida,
Pela cruz com que nos leva,
Vencendo provas e trevas,
Louvado sejas, Senhor!...
Maria Dolores
Que o toque e o cheiro da mãe são importantes para o bebê não é novidade. Mas podem ser mais poderosos do que você imagina. Uma mãe australiana contou como o toque trouxe seu bebê de volta à vida. Os médicos falaram que Jamie Ogg não tinha nenhuma chance de sobrevivência quando ele nasceu prematuro de 27 semanas, pesando apenas 900 gramas. Enquanto sua irmã gêmea, Emily, conseguiu sobreviver, Jamie lutou por vinte minutos, mas foi declarado morto pelos médicos. Eles o entregaram à mãe Kate para que ela e o pai David se despedissem.
Quando recebeu a notícia que seu filho não tinha sobrevivido, Kate desenrolou Jamie do cobertor, colocou perto de seu peito e começou a conversar com ele. “Ele era muito mole. Seus pequenos braços e pernas estavam apenas caindo fora de seu corpo. Dissemos a ele qual era seu nome e que tinha uma irmã”, disse ao jornal Daily Mail. Depois de duas horas de conversar com o filho, tocá-lo e acariciá-lo, ele começou a mostrar sinais de vida. Em seguida, após sua mãe colocar um pouco de leite materno no dedo e dar a ele, o bebê começou a respirar.
Kate tem certeza de que o contato “pele-a-pele” no seu caso foi vital para salvar seu filho doente. O método conhecido por ‘mãe canguru’, que também é aplicado em hospitais brasileiros, supõe que as mães se tornem incubadoras humanas, mantendo o bebê aquecido. Sabe-se que os bebês de baixo peso que são tratados desta maneira possuem menores taxas de infecção, padrões de sono melhor e menor risco de hipotermia. Mas casos como o de Kate desafiam a ciência e nos continuar com Razões para Acreditar.

CONFIA EM MIM

Olá…
Posso tomar três minutos do teu Valioso Tempo?
Porque te confundes e te agitas diante dos problemas da vida..?
Quando tens feito tudo o que está em suas mãos para tentar solucioná-los… deixa o restante a Mim…
Se te abandonares em Mim tudo se resolverá com tranqüilidade, segurança... os Meus desígnios…
Não te desesperes, não me dirijas uma oração agitada como se quisesses exigir-Me o cumprimento de teu desejo. Fecha os olhos da alma e diz-me com calma..
Jesus, eu confio em Vós..
Evite as preocupações e angústias e os pensamentos sobre o que possa acontecer depois…
Não estragues Meus planos querendo impor as suas idéias…
..Deixa-me ser Deus e atuar com toda a liberdade…
Abandona-te confiantemente em Mim. Repousa em Mim e deixes em Minhas Mãos o teu futuro…
Diz-me freqüentemente: “ Jesus eu confio em Vós” e não seja como o paciente que pede ao médico que o cure mas sugere o modo de fazê-lo…
Deixe-se ser levado em Minhas
Mãos.... Não tenhas medo…
Eu te Amo.
Se acredita que as coisas pioraram ou complicaram apesar de tua oração, segue confiando, fecha os olhos da alma e confia…
Continua dizendo à Mim, a todo momento..
“ Jesus eu confio em Vós”
Necessito as mãos livres para agir…
Não me impeça com suas preocupações inúteis, satanás quer isso, agitar-te, angustiar-te, tirar-lhe
a paz…
Confia somente em Mim, abandona-te a Mim, não te preocupes, deixa em Mim todas as angústias e durmas tranqüilamente…
Diz-me sempre
“ Jesus eu confio em Vós ”
e verás grandes milagres,
Te prometo por Meu Amor..
Envie a todas as pessoas que possas, se não fizer, não te cairá nenhuma maldição, mas se o fizer, terás transmitido Minha mensagem...
Lembre-se sempre..
“ Confia em Mim ”
Ernesto Cortazar Clair de Lune

"...ainda que o homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova dia a dia."
- Paulo. II CORÍNTIOS, 4:16
Não te deixes abater, ante as alterações do equipamento físico.
Busquemos a Eternidade.
Moléstias não atingem a alma, quando não se filiam aos remorsos da consciência.
A velhice não alcança o espírito, quando procuramos viver segundo a luz da imortalidade.
Juventude não é um estado da carne.
Há moços que transitam no mundo, trazendo o coração repleto de pavorosas ruínas.
Lembremo-nos de que o homem interior se renova sempre.
A luta enriquece-o de experiência, a dor aprimorar-lhe as emoções e o sacrifício temperam-lhe o carácter.
O espírito encarnado sofre constantes transformações por fora, a fim de acrisolar-se e engrandecer-se por dentro.
Recorda que o estágio na Terra é simples jornada espiritual.
Assim como o viajante usa sandálias, gastando-as pelo caminho, nossa alma apropria-se das formas, utilizando-as na marcha ascensional para a Grande Luz.
Descerra, pois, o receptor de teu coração à onda sublime dos mais nobres ideais e dos mais belos pensamentos e aprendamos a viver longe do cupim do desânimo, e nosso espírito, ainda mesmo nas mais avançadas provas da enfermidade ou da senectude, será como sol radiante, a exteriorizar-se em cânticos de trabalho e alegria, expulsando a sombra e a amargura, onde estivermos.
FONTE VIVA
Pelo espírito Emmanuel - Francisco Cândido Xavier