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quarta-feira, 18 de maio de 2016

CHICO XAVIER conta sobre VISITA que fez à COLÔNIA ESPIRITUAL "NOSSO LAR" na companhia de ANDRÉ LUIZ !




Qual foi o acontecimento que mais o alegrou na Seara Espírita até o dia de hoje?

R - Tenho tido sempre muitas alegrias em minha vida mediúnica, principalmente na recepção dos livros de nossos instrutores do Alto,
no entanto, assinalo, como sendo uma das mais belas surpresas da minha vida de médium, a saída de meu corpo físico, durante algumas horas, em julho de 1943, na companhia do nosso amigo desencarnado, André Luiz, a fim de conhecer uma faixa suburbana de Nosso Lar, a cidade que ele descreve no primeiro livro que ele escreve, por meu intermédio, providência essa que Emmanuel permitiu fosse tomada para que eu não prejudicasse a psicografia de André Luiz, cujas narrações eram para mim inteiramente novas.” (No Mundo de Chico Xavier, p. 106-107) Chico Xavier.

Tive a alegria de conhecer a Doutrina em 1980 e o prazer de conhecer (ou reconhecer) o médium Chico Xavier em 1981, em Pedro Leopoldo (MG), na casa de sua irmã, Cidália Xavier e do nosso saudoso Francisco Carvalho. Um encontro que ficará registrado na minha memória espiritual. Nesse período, estabelecemos um contato estreito, onde tive a oportunidade de acompanhar parte do seu admirável trabalho. Em todos esses anos, sempre procurei manter a nossa amizade em bases de respeito e confiança. Talvez, por isso, ela só tenha sido interrompida em 30 de junho de 2002.

O caso que narro a seguir foi contado pelo Chico, em meados da década de 80, na casa de sua irmã Luiza Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo (MG). Estávamos conversando sobre o livro Nosso Lar, quando indaguei como seria a cidade de Nosso Lar e se ele já teria sido levado pelo espírito André Luiz para conhecê-la. Ele me disse que no capítulo do livro intitulado Bônus Hora, ele havia parado de psicografar por uns 15 dias.

Ele pensou que estava sendo mistificado. Segundo ele, André Luiz, percebendo que a dúvida poderia atrapalhar o desenvolvimento da obra, disse que em uma das quartas-feiras ele seria levado para conhecer alguns aspectos da cidade. Recomendou o Chico quanto aos cuidados em relação aos pensamentos e à alimentação. E aconselhou que ele se deitasse em decúbito dorsal, procurando evitar qualquer posição desconfortável, principalmente para a região do pescoço. Chico disse que ele se deslocou do corpo e ficou aguardando a chegada de André Luiz, mantendo boa consciência.

No horário marcado, André Luiz e Chico “caminham” na rua São Sebastião, em direção à rua Comendador Antônio Alves (rua principal da cidade), e ficam aguardando em frente à Matriz. Lá permanecem por alguns minutos, quando Chico observa que um veículo na forma de um “cisne” aterriza suavemente na rua. No lugar onde ficam os “órgãos do cisne” se localizavam as janelas e nos “olhos do cisne” os condutores do veículo.

Antes de entrar no citado veículo, André Luiz disse a Chico que a partir daquele momento ele não precisava articular nenhuma palavra, que se comunicariam através do pensamento. Entraram no veículo e Chico observou que todos os lugares já estavam ocupados, com exceção dos dois últimos. Chico perguntou mentalmente a André Luiz o que aquelas pessoas estavam fazendo ali e ele disse que muitas estavam indo à cidade de Nosso Lar para refazimento e outras para orientação e instrução, sempre acompanhadas por algum amigo ou benfeitor espiritual.

Chico observou que o deslocamento do veículo era muito diferente do avião comum, que para pegar altitude tem de dispor de muito espaço. Ao contrário, aquele veículo pegava altitude rapidamente e foi exemplificando com as mãos que o veículo pegava altitude utilizando um movimento espiralado.

Chico não soube precisar exatamente quanto tempo esteve no veículo, mas me relatou que acreditava ter ficado por volta de 40 minutos. Disse ainda que não era possível observar pela janela o que estava acontecendo na paisagem exterior e que, de repente, o veículo fez um movimento semelhante ao de quando empurramos um objeto de plástico para o fundo da água e o soltamos ele volta um pouco acima do nível da água e depois se acomoda na superfície.

Naquele momento, quando Chico olhou pela janela, o veículo estava sobre um oceano. Segundo André Luiz, na perspectiva de Nosso Lar os encarnados "estão vivendo em um mar de oxigênio”.

O médium relatou que o veículo deslizou por alguns minutos na horizontal e parou em uma espécie de porto. O comandante da “nave” disse a todos que deveriam estar novamente naquele local a uma determinada hora.

Cada grupo seguiu a sua direção. Chico afirmou que no trajeto para a cidade existiam flores emitindo cores variadas. André Luiz disse que pela manhã as flores absorvem a luz solar e à noite emitem luz, permitindo um jogo de cores impressionante. Chico não teve permissão de conhecer a Governadoria.

Observou que as ruas eram bem largas e arborizadas. Conheceu algumas dependências do Ministério da Regeneração. Disse que entrou em uma espécie de hospital (acho que ele se referiu ao Santuário da Bênção). Viu muitos enfermos. Observou que as lâmpadas nesse local tinham a forma de um coração. André Luiz disse que durante as orações da Governadoria e de toda a comunidade, pontualmente às 18h, os enfermos recebem energias de refazimento através dessas lâmpadas.

André Luiz falou sobre o chamado Bônus Hora, explicando o seu mecanismo. Boa parte dessa explicação consta no próprio livro. Retornaram no horário previsto.

Das obras psicografadas pela faculdade mediúnica do nosso Chico Xavier, na minha opinião, a série André Luiz representa uma fonte inesgotável de informação, consolo e esclarecimento. Precisamos estudá-la urgentemente.

Jhon Harley - Presidente do Conselho Curador da Fundação Cultural Chico Xavier, instituída em 01/07/2005, e trabalhador do Grupo Espírita Scheilla e da Casa de Chico Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo (MG).

Fonte: Geraldo Lemos Neto Vinha de Luz Editora Ismael Gobbo | SP

sábado, 7 de maio de 2016

Quando um ADOLESCENTE MORRE em um ACIDENTE, na FLOR DA IDADE, como fica o seu Espírito ?




Como já vimos, todas as pessoas, ao desencarnarem, passam por um período mais ou menos longo de perturbação espiritual, podendo durar de algumas horas a anos, dependendo de seu grau evolutivo.
Tudo vai depender do seu merecimento. Se permanecer revoltado por ter retornado cedo, criará para si um ambiente vibratório ruim, que o levará a experimentar grandes dores morais nas zonas de sofrimento.
Contudo, devemos acrescentar que o desencarne violento sempre traumatiza mais o Espírito do que se o seu desencarne fosse consequência de uma doença que o tivesse jogado no leito por um bom tempo. "Doença prolongada é tratamento de beleza para o Espírito!"
E poderíamos acrescentar: suicídio, para quem quer se livrar de alguma coisa, é o mesmo que se atirar ao mar, usando um pesado colete de chumbo!
E o pior: como irá mesmo afundar, é lá embaixo que descobrirá a tremenda asneira que praticou!
- Há como os meus entes queridos saberem em qual Colônia Espiritual estarei?
Se os entes queridos forem desencarnados, dependerá da afinidade espiritual existente entre o Espírito e eles.
Também se deverá levar em conta a condição evolutiva de cada um. Se são pessoas muito diferentes em moralidade, certamente não vão estar nos mesmos lugares.
Se a informação refere-se aos entes encarnados, eles poderão saber ou não das condições do Espírito desencarnado, ou o lugar onde se encontra. Isso seria possível através de uma comunicação psicofônica ou psicográfica, que pode ou não acontecer.
Ah, e antes que você mentalize um dado errado, quero deixar claro que o suicida pode até ir para uma Colônia, mas não logo após o desencarne. Antes, sofrerá muito e pensará que suas dores serão eternas. Mas, chegará o momento em que a misericórdia do Pai o alcançará e ele será ajudado

FONTE ESPIRIBOOK

quarta-feira, 4 de maio de 2016

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO




Autor: James Van Praagh



A perda de um ente querido é uma das experiências mais devastadoras que você vai passar sobre esta escola alma humana chamado Terra. Uma mensagem importante e de mudança de vida que eu aprendi, e ter o privilégio de compartilhar com milhões de pessoas, é que não existe tal coisa como a morte. Mesmo quando você se sente sozinho, seus entes queridos no céu estão com você, e eles têm maneiras de deixar você sabe disso!

A alma recém-falecido tentará chegar até você de qualquer maneira possível. Eu me lembro quando eu perdi minha mãe ao longo de vinte e cinco anos atrás - mesmo com o meu conhecimento de que ela ainda estava presente no mundo do Espírito, a parte humana de mim sentia falta dela. Lembro-me de, após as primeiras semanas meu professor Brian Hurst fez uma leitura para mim e disse-me que minha mãe iria se tornar um guia para mim por um tempo. Quando eu perguntei "por quê?", Ele me disse que ela sentiu que não tinha feito o suficiente para mim durante seu tempo na terra como minha mãe, então a sua alma sentiu a necessidade de cumprir o seu destino para me ajudar e iria fazê-lo do outro lado .

Foi-me explicado que os residentes do mundo espiritual são capazes de manipular a energia de uma forma que os seres humanos não podem sequer compreender. Foi ainda explicado em termos simples que eles são os "mestres do fantoche" e estamos apenas "bonecos" na medida em que somos capazes de ser manipulado, influenciada e pode muitas vezes ser feitas cientes de como eles cuidam de nós na vida humana.

Assim, através dos anos, não só se sentiram minha mãe em torno de mim com uma brisa fresca ou um cheiro de seu perfume, mas de maneiras mais flagrantes. Estou convencido de que todos possam ter essas experiências! Seus entes queridos falecidos continuam a ser uma grande parte de sua vida e mostrar-lhe assina a cada dia, se você está disposto a abrir sua mente e estar atento.

Mesmo que eu sou um meio bem conhecido, é difícil para mim ser objetivo de ler-me e trazer-me mensagens, então eu confiar nas sutilezas para ver se todas as experiências têm característica marcante da minha mãe sobre eles. Vários anos atrás eu filmou um piloto de televisão no Canadá. Eu cheguei no set um dia e tudo começou. Quando entrei até a casa onde estávamos filmando notei que havia dez a 1518 caminhões de rodas contendo os equipamentos necessários para o show. Isto é, obviamente, bastante comum, mas o nome dos camiões não foi. O nome "Driscoll" foi em cada caminhão. Eu pensei que era estranho que esse era o nome de solteira da minha avó. Era o mundo espiritual responsável por este evento? Claro que era - e minha mãe era o anel-líder.

A próxima coisa que aconteceu foi ainda mais surpreendente! Eu andei no set e foi pouco James '(o personagem baseado em mim) Quarto de quando ele tinha sete anos de idade. Eu tive que fazer uma dupla tomar, porque quando olhei nas paredes do quarto, eles estavam cobertos de exatamente o mesmo papel de parede que eu tinha no meu quarto quando eu tinha sete anos. Eu sabia que minha mãe estava tentando chamar minha atenção para me deixar saber que ela ainda estava compartilhando vida comigo. Era como uma grande brincadeira ... só ele se tornasse maior. Como eu olhei sobre a mesa lateral na sala, havia uma imagem de Santa Teresa, que passou a ser apenas de minha mãe santo favorito e patrono!

Não foi por acaso que a minha mãe fez sua presença conhecida durante as filmagens no início do meu programa de televisão. Era sua forma de mostrar apoio e amor durante a realização do meu sonho - o culminar de muitos anos de trabalho duro e planejamento.

Você pode aprender a reconhecer os sinais de seus entes queridos, basta estar aberto e consciente.Ouça a sua voz interior quando ele sussurra que um ente querido está perto, e não descarto ocorrências anormais simplesmente como "coincidência". Amigos no mundo do Espírito pode tornar a sua presença conhecida, enviando-lhe um pássaro, um centavo, ou uma borboleta - ou eles podem escrever sua mensagem em um caminhão, outdoor ou nas nuvens! Não há limites para as maneiras que podem chegar até você.

Para ouvir de seus amigos e entes queridos do outro lado, eu recomendo que você comece por se tornar consciente do mundo ao seu redor, incluindo o mundo do Espírito. Meditação e tuning em sua própria intuição vai ajudá-lo a restabelecer a proximidade com aqueles que já passaram. Se precisar de ajuda em sintonia, confira meus cursos na www.jvpschoolofmysticalarts.com . Basta ver qual deles você está mais atraído. Poderia ser apenas um sinal!

A RODA DAS ALMAS... REENCARNAÇÃO




Por Graziella Marraccini
O artigo dessa semana tomou forma em minha mente num hospital, onde acompanhei o sofrimento de uma pessoa querida. Assim como ela, tantos outros seres humanos, mesmo sendo por mim desconhecidos, padeciam de um sofrimento que não me deixou indiferente. Uma pergunta me vinha continuamente ao espírito. Se Deus é bom, amoroso e misericordioso, e justo também, porque tanto sofrimento? Porque muitos milhões de pessoas inocentes sofrem enquanto outras - às vezes más e violentas - prosperam e vivem num mar de rosas? Que sentido tem em tudo isso, meu Deus? Esta questão é quase tão velha quanto à própria humanidade e a resposta também! Mas ela pode ser compreendida somente através de metáforas.
Muitas religiões ou crenças (ou filosofias) reencarnacionistas respondem de maneira quase satisfatória a essa pergunta. Na Cabala, a Roda da Reencarnação, é chamada de Gilgul Neshamot, o que significa, literalmente, A RODA DAS ALMAS. Se quisermos ver além da aparência de um inocente punido e/ou um maldoso recompensado, precisamos examinar essa roda de forma metafórica. Eu a imagino como uma enorme roda, nas bordas de nossa galáxia, com todas as almas encravadas ao seu redor, como estrelas. Gilgul Neshamot seria então uma roda em movimento constante e acompanhando o seu movimento as almas vêm até a Terra e vão de volta até ela, num ciclo eterno de nascimento, morte e renascimento. Até que o processo termine e a reencarnação não seja mais necessária, pois creio firmemente que um dia todos poderão sair dessa Cruz onde a matéria nos crucifica a cada nova existência.
O mesmo processo ocorre no interior de um corpo humano ao longo de sua vida. Nascimento, crescimento, reprodução e morte, e novamente renascimento, o ciclo do novo produzido pelo velho, dando continuidade à forma física. As células se renovam continuamente até o momento em que a alma deixa nosso corpo, se dissolve, iniciando assim a degeneração da matéria. Compreender esse processo no nível físico nos ajuda a compreender o incrível movimento contínuo da vida do espírito. Parece simples, mas, ainda assim, a maioria daqueles que consideram realmente esse processo, ficaria surpresa ao perceber quanto consideramos como verdadeira essa teoria, sem ao menos - realmente e profundamente - meditar sobre ela.
O direcionamento inteiro da evolução física se desenvolve do simples ao complexo. De um lado existem as series orgânicas de uma única célula. Do outro está o complexo extraordinário representado pelo corpo humano, com suas incontáveis células organizadas em órgãos, ossos, redes nervosas, pele, tecido cerebral, etc. Nosso corpo está constantemente desempenhando suas funções de forma progressiva. O cérebro de uma criança possui pouca capacidade para o estado de consciência, mas, à medida que cresce, a mente torna-se mais formidável, não tanto porque cresce em peso e tamanho, mas em virtude da compreensão do mundo ao seu redor e do desenvolvimento de sua própria consciência. O homem sabe que pertence à humanidade. Mais tarde, na velhice, o poder de consciência regride novamente, até que, na morte, esse instrumento da consciência é destruído. A medicina hoje em dia considera a morte como morte cerebral. Mas a destruição não se estende à alma e muito menos ao espírito. Esses não são destruídos. Somente o instrumento da consciência cessou de existir. O processo de evolução continua e continuará com nossa alma e nosso espírito intactos; compreender isso é essencial para perceber o conceito de reencarnação.
Através da natureza, as formas minerais são quebradas para fornecer alimento às plantas. As plantas, por sua vez, são sacrificadas para servir de alimento aos animais, e estes, por fim, são sacrificados por outros animais maiores e pelo homem. Do ponto de vista da perspectiva física, a natureza não é nada mais do que um enorme matadouro! Consequentemente, já que a natureza, aparentemente, cuida tão pouco dos corpos físicos, é fácil se perguntar se tudo isso tem um propósito. Ainda, algo em nosso universo mantém o movimento continuo em propulsão. O processo de desenvolvimento, como a roda, não tem começo nem fim, portanto, ver a vida somente como um começo e um fim é similar a observarmos uma árvore da floresta e acreditar que existe somente essa árvore e que é ela que determina a existência da própria floresta. Na armadilha do movimento contínuo do tempo, podemos facilmente perder o propósito do TODO. Tudo na vida, sem nenhuma exceção, funciona como uma roda. Ainda assim, muitas pessoas acham impossível olhar além do momento presente. É para eles impossível compreender que vindo para a Terra, muitas vezes nós acumulamos experiências e passamos de um grau para outro, assim como fizemos desde nosso nascimento, ao crescer.
As sociedades primitivas -‘recnologicamente’- evoluíram desde as primeiras civilizações até chegar a uma civilização mais consciente, mais solidária, por assim dizer. Então, o que nós arrebatamos, pelo bem ou pelo mal, é uma progressão contínua de experiências que podem ser vistas como reencarnações após reencarnações das raças e povos da Terra. Crescemos continuamente, desde as sociedades agrárias até as sociedades urbanas, passamos da guerra para a paz - e para a guerra novamente - e não percebemos, nunca, (ou quase) que estamos vivendo sempre no movimento da roda. E aceitamos cegamente o movimento da roda que constitui nossas vidas sem nunca questionar a qual escopo ela serve. Mas na nova era que está surgindo tudo isso precisa mudar. E irá mudar. Como a Era de Aquário está se sobrepondo à Era de Peixes, é imperioso que tomemos conhecimento de nosso escopo individual. Mesmo os mais cépticos terão a possibilidade de receber as informações necessárias, que nos são veiculadas pelos sábios do passado, por aqueles que vivem entre nós, e pelos mestres que enviam suas mensagens através das pessoas iluminadas.
A Luz está fluindo com maior rapidez e bem rapidamente nos movemos de uma Era para outra, desenvolvendo assim a capacidade de compreender que o nosso escopo individual é aquele de participar do movimento próprio da roda, fazendo parte dela, como nossas células fazem parte de nosso corpo. Fazemos parte de Corpo do Todo e nossa experiência passada nos servirá de instrumento de evolução. Na Era de Aquário poderemos nos comunicar através da telepatia (sem precisar de celulares!) e poderemos nos transportar de um lugar para o outro com o poder da mente, poderemos criar nosso futuro segundo nossas imagens mentais. A Era de Aquário é a verdadeira Era da Luz, e somente aqueles que serão capazes de ‘suportar’ o conhecimento é que poderão continuar na roda da evolução. Não importa com qual corpo físico estaremos encarnados, nosso espírito será sempre o mesmo, já que foi gerado na Mente do Todo e cravado, como uma estrela, na Roda das Almas.
Mas vamos voltar, finalmente, àquela sensação de frustração da desigualdade e da injustiça gerada pelo sofrimento humano. Pensei que, apesar de toda a evolução científica, não chegamos nem mesmo a arranhar a superfície da compreensão de nossos maiores adversários, que são o sofrimento e a própria morte. O sofrimento, a velhice e a morte fazem parte de nossos ‘monstros interiores’ e tentamos nos livrar deles de todas as maneiras. Raramente pensamos, ao olhar alguém que sofre, que aquilo faz parte de seu “instrumento de evolução”! Não conseguimos resolver o problema dos desastres naturais, aliás, estamos bem longe disso, devido à nossa conduta inconsciente e egoísta!

Intimamente, lutamos contra o egoísmo, a estupidez, a frivolidade, a hipocrisia, e a ganância e todas as fontes de dor e sofrimento. Mas fazemos algo a respeito? Os momentos de desespero se intercalam com momentos de alegria e júbilo. E, por essa razão, continuamos a esperar que a dor acabe, que tudo retorne ‘como era antes’ sem nos perguntar, realmente, qual é o propósito disso tudo? Como a dor pode nos ensinar algo, como nosso sofrimento pode servir de alimento à alma em seu caminho de evolução? Aproveitar os ensinamentos provenientes do sofrimento deveria ser o propósito natural. Mas não é isso que fazemos. Do mesmo modo que o médico que ataca a febre e procura eliminar os sintomas da doença, sem se importar com o organismo “doente”, tentamos eliminar a dor e o sofrimento sem compreender que é ela, sim, a dor, que ensina algo à nossa alma e servirá de alimento para a evolução de nosso espírito.
Fonte:O Portal do Infinito

GAROTA LEMBRA DE 10 VIDAS PASSADAS E CONSEGUE PROVAR PARA OS CÉTICOS:






Aos 3 anos de idade, a pequena Joey Verwey começou a contar histórias intrigantes e bastante curiosas, as quais a sua família não entendia de onde uma menina de apenas 3 anos de idade tiraria tais coisas.Não era possível crer que Joey havia inventado de sua própria mente. Então Joey contou aos seus pais que as histórias eram na verdade relatos de suas vidas passadas, 10 delas para ser preciso.

Durante os 2 anos seguintes, ela estava se encontrando com especialistas sobre reencarnação, professores e jornalistas para encontrar respostas. A conclusão coletiva foi de que Joey foi a prova viva de que a reencarnação existe.

Em sua primeira vida, Joey recorda ter vivido como um habitante das cavernas há milhões de anos atrás.
Ela foi capaz de guiar investigações em uma caverna na África do Sul, em um lugar que ela nunca havia estado (pelo menos nessa vida), conforme o site Little Things relatou. Essas eram as mesmas cavernas onde o paleontólogo Robert Broom disse ter descoberto o elo perdido entre macacos e humanos.

Joey se recorda também que por duas vezes teria vivido com o um escravo no Antigo Egito. Ela pôde dar informações bastante detalhadas de como funcionava os porões dos barcos e como os egípcios pavimentaram suas estradas de pedra.

Em outra vida ela se lembra estar vestindo um véu pesado em sua face, e vendo um elefante em uma carruagem carregando uma princesa.

Já durante o temido Império Romano de Nero, Joey lembra de ser uma cristã perseguida durante o primeiro século. Talvez ela tenha se encontrado com São Pedro, segundo a mesma.

Aos 5 anos de idade, Joey se encontrou com sua filha de uma vida passada. A mulher disse que a pequenina Joey instantaneamente a fez lembrar de sua mãe. As duas tiveram uma longa conversa detalhada de coisas que teriam acontecido no passado de uma e na vida passada de outra.

Relatos de pessoas que se recordam de vidas passadas não é tão incomum como muitos pensam. Para saber mais leia o artigo Reencarnação Existe?.

Alguns acreditam que as memórias de vidas passadas ficam registradas em nossa alma, e algumas pessoas teriam a habilidade de acessar tais informações.

E você, lembra de algo?

Fonte : http://www.uol916.com.br/202994

terça-feira, 3 de maio de 2016

MUNDO ESPIRITUAL: AS COLÔNIAS DE ESPÍRITOS NO ALÉM




Não existem muitas diferenças entre os mundos do além e os lugares que encontramos aqui na Terra. Da mesma forma que aqui na Terra, lá você encontra lugares bonitos e lugares feios, lugares agradáveis povoados por gente boa e lugares desagradáveis povoados pela pior espécie de pessoas.
Lá do outro lado as pessoas se reúnem de acordo com suas afinidades ou vibrações. Pessoas positivas, alegres, de boas vibrações viverão em uma colônia repleta de pessoas semelhantes . Uma pessoa má, negativa e pessimista se sentirá melhor em companhia de pessoas iguais e será levada a viver numa colônia construida e administrada por pessoas semelhantes. Existem casos em que os seus sentidos só funcionam diante de pessoas que vibram igual a você. Um espirito bom e de vibrações elevadas pode ser invisivel aos olhos de espiritos de baixa vibração.
E isso faz a diferença entre as diversas colônias e regiões do mundo espiritual. Não é dificil imaginar que deve haver diferenças entre um lugar criado e administrado por pessoas boas e por espirito elevado e um local administrado por pessoas ruins de espirito baixo.
Sobre todas as cidades do planeta Terra existem universos paralelos, regiões espirituais invisíveis para nossos sentidos limitados, indetectáveis a partir dos instrumentos e tecnologias que possuimos hoje. Sobre a cidade onde você mora certamente existem uma ou mais colônias habitadas por pessoas que não se encontram mais nesta dimensão onde vivemos.
As colônias são verdadeiras cidades de grande, medio ou pequeno porte. Não existe nada mágico, não é um mundo de fadas cheio de efeitos especiais. Tudo que temos aqui na Terra temos lá. Afinal de contas as cidades da Terra e as cidades do além foram construidas por nós mesmos. Desta forma são semelhantes. Lá você encontra casas, prédios, escolas, hospitais, praças, jardins, lagoas, rios, animais, fábricas, alimentos, máquinas, veículos para transporte, instituições governamentais, hierarquia. As colônias ocupam um área delimitada cercada por muralhas e sistema de proteção para evitar a invasão de espiritos vindos das regiões sombrias.
Sobre a cidade do Rio de Janeiro encontramos uma colônia chamada NOSSO LAR, a primeira descrita por um espirito chamado André Luiz. Na época em que o livro (na decada de 30) existiam mais de 1 milhão de almas que lá habitavam. Sobre a Cidade de São Paulo encontramos 3 grandes colônias. Existem referências sobre colonias localizadas na região de Brasilia e Ribeirão Preto/SP devido a sua beleza.
As colônias espirituais do Brasil foram criadas a pouco tempo tendo início com a colonização do país. Antes já existiam núcleos menores ocupados por indigenas. Existem colônias no oriente com milhares de anos de existência. As maiores e mais belas se localizam sobre a India e o Tibet. As colônias possuem intenso intercâmbio entre sí e com os postos de socorro que são locais subordinados a elas que se encontram em planos espirituais mais baixos (inclusive na Terra) para ajudar e resgatar almas perdidas nas regiões de sombra (Umbral).
Algumas colônias possuem Escolas de Regeneração e grandes Hospitais para onde são levados os espiritos resgatados em regiões do Umbral. Estas pessoas passam por ensinamentos e tratamento para se recuperarem dos problemas morais e sentimentos negativos que ainda as preendem em níveis mais baixos.

Fonte: http://www.vidae/ morte.org
Mundo Espiritual: As Colônias de Espiritos no Além

PESQUISA sobre PÓS-MORTE e EQM tem resultados SURPREENDENTES !




O mistério do pós-morte é uma das grandes incógnitas da história da humanidade. O que acontece depois que morremos? Essa questão levou o cientista Sam Parnia, da Universidade de Southampton, a coordenar um estudo sobre consciência no momento exato após a morte. E o resultado é surpreendente.

Realizada com 2 mil casos de infarto em 15 hospitais de Reino Unido, Estados Unidos e Áustria, a pesquisa aponta que 9% dos dos 39% de sobreviventes tiveram uma “experiência de quase morte” (EQM). Ou seja, eles mantiveram a consciência mesmo quando eram dados como clinicamente mortos. E, mais ainda, fizeram relatos dessa experiência.

“Ele [paciente] esteve consciente por um período de três minutos, sendo que dentro desse tempo ele estava sem pulso. Isso é contraditório, uma vez que, normalmente, o cérebro deixa de funcionar entre 20 e 30 segundos depois do coração parar e não retoma as atividades até que volte a ter pulsação”, explica Parnia.

Diferente do que possa parecer, o objetivo de Parnia não é provar nenhum evento sobrenatural, mas sim defender uma tese de que a consciência humana não é tão dependente do sistema nervoso. “Temos provas de que a consciência se mantém depois de o cérebro parar. A realidade, agora, é de muito estudo para podemos dar respostas mais precisas sobre o tema”, conclui o especialista.

fonte; espiritbook


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